Archive for August, 2008

Os Desafinados – Filme

Estréia hoje, Os Desafinados, de Walter Lima Júnior. O filme não é ”sobre” a gênese da bossa nova nem sobre o show, propriamente dito, embora ambos sejam decisivos no relato. É muito mais um filme sobre a amizade, sobre o companheirismo, sobre a ponte que o diretor faz entre o íntimo e o público, entre a música e a política para falar sobre um período muito rico da vida brasileira.

A bossa surgiu numa época de intensa transformação da sociedade brasileira. No fim dos anos 50, a indústria automobilística estava sendo implantada em São Paulo, Juscelino Kubitschek construía Brasília, fazendo o Brasil avançar 50 anos em 5, e nesse quadro surgiu a vertente mais sofisticada da MPB. Logo em seguida, viria o Cinema Novo. O Brasil agitava-se. Influenciada pelo modelo cubano, a esquerda (jovem) sonhava com a revolução. Houve a ditadura militar.

Tudo isso está no filme que não perco por nada! Assista o Trailler!

Fonte: Estadão
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Chupa que é de Uva!

O Brasil, é mestre em lançar pessoas bizarras, que cantam músicas medonhas! Mas estes dias, claro que foi absolutamente sem querer, ouvi uma musiquinha, estilo: brega do último! Uma verdadeira salada de frutas!

”Vem meu cajuzinho, te dou muito carinho
Me dá seu coração…
Vem meu moranguinho, te pego de jeitinho
Te encho de ‘T’…

Me deixa maluca, tira o mel da fruta
Me mata de amor…
Me pega no colo, me olha nos olhos
Me beija que é bom…

Na sua boca eu viro fruta
Chupa que é de uva, chupa, chupa
Chupa que é de uva!”



E depois disso repete um milhão de vezes! Quem canta é o grupo Aviões do Forró, bem apoCALYPSO!

Mas para você, meu querido leitor, não ficar triste, conheça a música, se é que posso dizer que isso seja música.

No Mínimo, Respeito!

Eu não sei ao certo o que anda acontecendo com as pessoas. Cada dia que passa eu me assusto mais com o tipo de relacionamento que ando vendo por aí. Sem amor, sem sinceridade, sem fidelidade, e obviamente sem respeito. Isso, sinceramente me deixa triste, e em alguns casos chocada, (é essa palavra mesmo!). Sei que ninguém tem pacto de eternidade com ninguém, mas se não gosta, é melhor acabar e dizer: ‘eu não gosto de você’, por mais duro que seja ouvir isso, é o mais sensato.

Sou contra, a toda e qualquer forma de trair. Conheço pessoas que têm namoro, casamento, sei lá, estão juntos por anos e anos, mas mantêm outra relação fixa, e duradoura por fora, e, detalhe: o (a) amante sempre sabe da relação ‘séria’. Não estou aqui, pra julgar ninguém, mas expor o que penso e minha indignação. Sei bem que não sou santinha, e muito menos uma ‘menininha inocente, que não sabe das coisas’, mas fico me perguntando: será que meus valores estão ultrapassados? Será que eu preciso revê-los? Será?!
Não acho mesmo, que enganar seja certo, que a busca frenética pelo prazer seja certa. O outro, merece, no mínimo o meu respeito, e se não existe amor, a minha sinceridade.

Se eu estiver errada, por favor me informe!

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Nascimento de Séptuplos – Milagre!

Uma mulher egípcia deu à luz de séptuplos neste último sábado. Um fenômeno raro que foi considerado um “milagre” por um dos médicos responsáveis pelo parto.
De acordo com a agência oficial de notícias do Egito, os quatro meninos e três meninas nasceram de cesariana em um hospital da cidade de Alexandria, no norte do país.
Eles nasceram prematuros de sete meses e foram colocados em incubadoras. A mãe, Khamis, de 27 anos, já tinha três meninas.
“É realmente um milagre, (a mãe) não tomou nenhum estimulante durante a ovulação”, disse Ahmed Salam, o ginecologista que liderou a equipe que fez o parto.
Sete é o número máximo de gêmeos que, no caso dos seres humanos, nasceram simultaneamente e sobreviveram ao parto. O primeiro caso de séptuplos que sobreviveram foi registrado em 1997 nos Estados Unidos.
Também houve casos de um número maior de nascimentos simultâneos, mas nem todos os bebês sobreviveram.

Nota: a possibilidade de gerar uma outra vida, é tão perfeito, que só chega perto de considerar um milagre mesmo, e sete bebês, sem indução à produção hormonal?

Bem, coincidência ou não, sete é o número da perfeição Divina!

Matéria publicada pela agência BBC Brasil , e indicada a mim, pela Tine.
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Alguém Perfeito

Se você quer alguém que te traga o jornal sem primeiro desmanchá-lo para tirar a parte dos esportes, alguém disposto a se tornar ridículo simplesmente pelo prazer de te ver…

Se você quer alguém disposto para sair com você, a qualquer hora e por quanto tempo quiser, alguém que nunca toque no controle remoto, e que não dê a mínima para futebol e sacanagem. Alguém que consegue sentar a seu lado enquanto você vê um filme romântico, alguém que fique contente em se deitar em sua cama só para esquentar seus pés, e quem você poderá expulsar se roncar…
Se você quiser alguém que nunca critique o que você faz, e que não liga se você é bonita ou feia, gorda ou esbelta, jovem ou velha, e que atue como se cada palavra que você diz vale à pena escutar e te ame incondicionalmente, perpetuamente:

Compre um cão!
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Miss Imperfeita!

Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.

Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana – e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.
Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.

É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga.
Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.
Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.
Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante’.

(Martha Medeiros)

Adivinha o quanto eu te amo?

Era hora de ir para a cama, e o coelhinho se agarrou firme nas longas orelhas do pai.
Depois de ter certeza de que o papai coelho estava ouvindo, o coelhinho disse:
“adivinha o quanto eu te amo?”.
“Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar”- respondeu o coelho pai.
“Tudo isto” – disse o coelhinho, esticando os braços o mais que podia.
Só que o coelho pai tinha os braços mais compridos, e disse: “e eu te amo tudo isto”
“Hum, isso é um bocado”, pensou o coelhinho.
“Eu te amo toda a minha altura”-disse o coelhinho.
“E eu te amo toda a minha altura”- disse o pai.
“Puxa, isso é bem alto, pensou o coelhinho. Eu queria ter braços compridos assim”.
Então o coelhinho teve uma boa idéia. Ele se virou de ponta-cabeça apoiando as patinhas na árvore, e gritou: “eu te amo até as pontas dos dedos dos meus pés, papai!”
“E eu te amo até as pontas dos dedos dos teus pés”- disse o coelho pai balançando o filho no ar.
“Eu te amo toda a altura do meu pulo!” – riu o coelhinho saltando de um lado para o outro.
“E eu te amo toda a altura do meu pulo” – riu também o coelho pai, e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos da árvore.
“Isso é que é saltar, pensou o coelhinho. “Bem que eu gostaria de pular assim”.
Eu te amo toda a estradinha daqui até o rio “- gritou o coelhinho.
“Eu te amo até depois do rio, até as colinas”. Disse o coelho pai.
“É uma bela distância”, pensou o coelhinho, que àquela altura já estava sonolento demais para continuar pensando,
Então ele olhou para além das copas das árvores, para a imensa escuridão da noite e concluiu: nada podia ser maior que o céu.

“Eu te amo até a Lua!” – disse ele, e fechou os olhos,
“Puxa, isso é longe” – falou o papai coelho – “longe mesmo!”
O coelho pai deitou o coelhinho na sua caminha de folhas, inclinou-se e lhe deu um beijo de boa noite. Depois, deitou-se ao lado do filho e sussurrou, sorrindo: “eu te amo até a Lua… ida e volta!”

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Arte da Compaixão – dom da Cura

Acompanhe as fotos:

Dom de curar nem sempre está em medicamentos ou em cirurgias.
Pode estar, literalmente, nas mãos de um artista, mesmo que esta arte não seja exposta em galerias famosas. Nesse caso a cura foi a devolução da auto-estima para uma garotinha.

(recebi as fotos, por email do meu grande amigo João Alfredo, ou ‘vulgo’ Amigo Oculto, obrigada!)

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Quem leva as estrelas embora?


quαndo é diα?
quem tirα meu cαnsαço
enquαnto eu durmo?
quem trαz o αmor
vestido em umα pessoα?
quem colocα αs pαlαvrαs
dentro dα lαpiseirα?
quem sαbe o que é sentimento?
quem diz o que sinto por dentro?

Tenta responder e depois me procura!

Você é: A Santinha (do pau oco?)

Madura. Responsável. Aristocrática. Com licença! A Santinha (do pau oco?) é a mais esperta de todos os tipos femininos. Você tem a percepção altamente aguçada e confia plenamente nos seus julgamentos. Você prefere a honestidade cruel à superficialidade, em qualquer situação. Seus amigos sabem exatamente o que esperar de você. Você é totalmente anti-falsidade. Não me diga que isso não existe. Você é também sensacional em redirecionar energia interna negativa. Esses fatores indicam que as pessoas frequentemente se sentem intimidadas por você. Mas elas também se apaixonam perdidamente. Você é dona de um certo charme, que muitos acham irresistível. Ah se alguns desses chegassem mais perto dos seus padrões! Entre as suas amigas, você certamente foi a última a transar. E a primeira a fingir uma gravidez. Hahahaha! Embora você esteja inclinada a usar o sexo como uma arma, pelo menos não seria uma arma de destruição em massa. Você é mais exigente que a maioria em relação aos seus parceiros. O que você realmente quer é um relacionamento onde haja compreensão e apoio. Talvez você nem saiba, mas precisa de um relacionamento estável e duradouro.

;D

Copiado daqui.

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