Amor deve ser uma das palavras mais usadas, repetidas e clamadas da humanidade.
As pessoas pedem por amor, choram, sofrem, se alegram, se tornam esperançosas, entram em desespero. Ele serve de inspiração para composições musicais, escrever livros e filmes. Na época de escola, os cadernos se enchem de coraçõezinhos apaixonados e mesmo a Igreja se sustenta sobre a imagem do amor universal e incondicional, através da pessoa de Jesus.
Porém, a grande questão que me pego fazendo é: se este é um assunto de domínio geral, porque muitos não consegue amar a si mesmo?
Penso que este é o fundamental problema de todos nós e que nos faz repetir sobre o amor. Quem não se ama, não consegue amar e se pensa que ama, está a se enganar, porque no fundo, existe apenas uma expectativa de troca, silenciosa, mas ali, observando, esperando a retribuição. Isso é egoísmo.
Quantos relacionamentos não são fundamentados pela lei de troca?
No fundo somos bem egoístas. Queremos total atenção, despreendimento do outro. Queremos ser amados intensamente. Queremos que o outro lembre de cada detalhe a nosso respeito e que nunca cometa erros. Queremos obter respeito, admiração.
Queremos pequenos servos adoradores.
De fato, não conseguimos enxergar o outro, ouvir sua voz e entender seus sentimentos. Interpretamos seu silêncio como uma ofensa, vemos seu afastamento como desprezo, sua crítica como desrespeito. Enfim, tudo gira apenas em torno de nós mesmos e chamamos isso de amor.
Você tem amado assim?
estou apaixonada por um menino mas ele nem nem liga para mim acho que ele gosta de outra menina,o que eu faço
Que bom que você gostou do meu poema Mude, de acordo com o post de 19/01!
Embora você tenha dito, por engano, que é de Carice Lispector…
Mas é disso mesmo que os poetas mais precisam: que os leitores vibrem com seus poemas!
Eu te agradeço por tudo que você disse a respeito do meu poema.
Livro Mude, publicado pela Pandabooks, tem prefácio de Antonio Abujamra.
Detalhes no blog Mude.
Abraços, flores, estrelas…