Amor, seu lindo, tenho chances com você?

Cá estou eu, de bruços em minha cama com uma leve dor de cabeça e morrendo de raiva porque o que passei a tarde inteira planejando não saiu como esperado.
Uma mensagem no celular frustrou meus planos.
Droga. Droga. Droga.
3x. Ou 4x, ou mil vezes: DROGA!
Daí, acabo me deparando com algo de OSHO, que me fez refletir.

“O sentimento de estar em sintonia só ocorre quando você não está preocupada com isso. Ele acontece apenas quando você não está tenso em relação a isso, quando não tem expectativas – ele surge do nada. Trata-se de uma graça, de uma dádiva da existência, uma dádiva do amor.
O amor não é uma coisa que você possa fazer. Mas, fazendo outras coisas, o amor pode acontecer. Existem coisinhas que você pode fazer – sentarem-se juntos, olhar a lua, ouvir música – nada diretamente relacionado ao amor.
O amor é muito delicado, muito frágil. Se você olha para ele, fixa os olhos nele diretamente, ele desaparece. Só aparece quando você está distraído, fazendo outra coisa.
Você não pode atingi-lo diretamente, como com uma flecha. O amor não é um alvo. Ele é um fenômeno muito sutil. É muito tímido. Se você encará-lo de frente, ele se esconde. Se fizer alguma coisa diretamente, você o perde.”

Já ouvi e li muito sobre o amor, mas não sabia que ele era tímido!
Pra mim, Osho, ele tem se apresentado terrivelmente insociável!
Quando eu começo a me empolgar, ele corre. Vaza. Some. Escapa.
Eu tento. Juro que tento.
Mas me tornei impaciente demais comigo, com o outro.
Não quero o que tenho, e não sei o que quero. Me vejo sempre muito insatisfeita.
Amo minha liberdade e a possibilidade de me apaixonar pelo diferente a cada semana!
Minha mãe fala que o “meu” está por aí, eu retruco e digo que se ele realmente estiver, deve ser um sonso e daqueles que caminham pela vida, como se estivesse passeando pela floresta…
Porran, me encontre logo ‘amor’!

 

You can leave a response, or trackback from your own site.

Leave a Reply