Feb
04
Posted on 04-02-2010
Filed Under (Amor, Falando Sério) by nubibella

Amor deve ser uma das palavras mais usadas, repetidas e clamadas da humanidade.
As pessoas pedem por amor, choram, sofrem, se alegram, se tornam esperançosas, entram em desespero. Ele serve de inspiração para composições musicais, escrever livros e filmes. Na época de escola, os cadernos se enchem de coraçõezinhos apaixonados e mesmo a Igreja se sustenta sobre a imagem do amor universal e incondicional, através da pessoa de Jesus.
Porém, a grande questão que me pego fazendo é: se este é um assunto de domínio geral, porque muitos não consegue amar a si mesmo?

Penso que este é o fundamental problema de todos nós e que nos faz repetir sobre o amor. Quem não se ama, não consegue amar e se pensa que ama, está a se enganar, porque no fundo, existe apenas uma expectativa de troca, silenciosa, mas ali, observando, esperando a retribuição. Isso é egoísmo.
Quantos relacionamentos não são fundamentados pela lei de troca?
No fundo somos bem egoístas. Queremos total atenção, despreendimento do outro. Queremos ser amados intensamente. Queremos que o outro lembre de cada detalhe a nosso respeito e que nunca cometa erros. Queremos obter respeito, admiração.
Queremos pequenos servos adoradores.

De fato, não conseguimos enxergar o outro, ouvir sua voz e entender seus sentimentos. Interpretamos seu silêncio como uma ofensa, vemos seu afastamento como desprezo, sua crítica como desrespeito. Enfim, tudo gira apenas em torno de nós mesmos e chamamos isso de amor.

Você tem amado assim?

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Oct
29
Posted on 29-10-2009
Filed Under (Amor, Devaneios) by nubibella

Me peguei pensando em você, e como desejei voltar um pouquinho e viver aquilo que sonhávamos tanto, desejávamos tanto, queríamos tanto…
Eu não faço idéia de como isso aconteceu, mas você ficou aqui dentro. Muito clichê, mas é exatamente isso que eu sinto. No meu coração, você está guardado num lugar muito especial.
Mas olha, eu sinceramente não sei se quero te esquecer. Acho que não. Por enquanto, não. Me lembro de você sempre, sempre que respiro, e parece que te procuro por todo lugar, procuro pelo seu perfume, por um cheiro que que eu nunca senti.
Seus mistérios, seus detalhes, seus segredos, talvez eu tenha me encantado por tudo isso. Você só precisava “existir”, para ser perfeito.

- Você é a companhia mais doce que tive durante esse tempo, em todo esse momento que tenho passado, e em todos os que virão. Se for de dia, eu digo que tu és meu sol, se de noite direi que és a lua em sua fase mais forte, que clareia a minha escuridão.

- Tenho medo da sua respiração, do teu toque. Você sabe das suas forças, e é essa que pode acabar comigo, é mais forte que eu, me tira a razão.

- Menina, eu me mostrei pra você o homem mais fraco desta terra.

Te espero.

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Oct
21
Posted on 21-10-2009
Filed Under (Acontece Comigo!, Amor) by nubibella

Não sei o que faz duas pessoas completamente desconhecidas, se empatizarem, e parecerem amigos de infância. Não sei. Talvez a cumplicidade, o respeito e a confiança diária, nos segredos, nos desabafos. Talvez seja isso.
Há de ser entender também que a amizade não é algo que só nos traz alegrias e esse é o maior desafio dela.
Há de se aceitar que se pode ter amigos diferentes de nós, em religião, temperamento, criação, cultura. O que na verdade não é tão importante.
E há de considerar que aqueles que permitimos morar dentro do coração, seja alguém que levaremos para sempre. Aqui ou ali. Perto ou longe. E é diante disso, que me surpreendi com a visita de uma grande amiga, Linny, à Goiânia, que pude entender um pouco mais sobre tudo o que escrevi.
A conheci, há mais ou menos dois anos, pelo blog. Ela foi um dos meus primeiros contatos ‘bloguísticos’, me ajudou muito nesse sentido, e seus textos me encatavam…
Nos adicionamos a todos os comunicadores instantâneos, redes de relacionamentos… – ah! Web 2.0, eu te amo! rs
Mas, enfim, havia sempre a expectativa de um encontro. Até que finalmente ele aconteceu! Ela veio à Goiânia, participar de um congresso, e unindo o útil ao super agradável, nos encontramos. E a primeira impressão, foi a de que parecia que nos conhecíamos há muito anos, vi uma moça meiga e que mostra uma energia tão positiva que chega a saltar dos seus olhos, e olhos que brilham como nunca vi! Conquistou um pouco mais a mim, e também os meus amigos.
Deixou muitas saudades, que espero matá-las em breve!

Linny, nem precisa falar né?

“Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo.”

Te amo.

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Oct
05
Posted on 05-10-2009
Filed Under (Amor, Devaneios) by nubibella

Não sei quais os teus planos ao aparecer assim, do nada, depois de tanto tempo, mas preciso confessar: eu gostei! E, gostei mais ainda ao ver você relembrando de absolutamente TUDO que tínhamos vivido juntos…
Quais serão as intenções?
Sei lá.
Não quero antecipar nada. Só preciso viver o hoje, o agora. Sentir o sorriso da minha alma, ao lembrar dos teus olhos, tão lindos quanto o céu num dia de sol bem quente…
Ahh! Fique o tempo que for necessário, de preferência, sem pressa alguma. Sinta também meus olhos brilhando por você, tanto quanto naquele dia que te conheci.
Mudamos. Crescemos um pouco. Eu te conheço bem, mas quem há de saber?
- Nós.

Já conheci muita gente
Gostei de alguns garotos
Mas depois de você
Os outros são os outros

Depois de você
Os outros são os outros e só

-Leoni

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Oct
05
Posted on 05-10-2009
Filed Under (Amor, Falando Sério) by nubibella

mae-namorado-relacionamentoRecebi um email de uma leitora me pedindo alguns conselhos. Ela está certa de que encontrou o amor de sua vida, mas não sabe como lidar com os filhos do namorado, frutos de um casamento que não deu certo.
Complicado é, mas não é  impossível viver harmonicamente. Se está disposta a encarar o pai, é necessário aceitar os filhos, antes de mais nada. Esteja certa de que o mundo não vai girar em torno de você, e que nesse caso, os pequenos estarão em primeiro lugar da vida dele.
Entendendo isso, siga as dicas abaixo e tudo dará certo!

Boa sorte!

- Tenha clareza sobre qual é o seu papel: você é a namorada dele. Ele ser pai não transforma você em mãe dos filhos dele.

- Pergunte a si mesma se você quer apoiá-lo nas tarefas de pai. Se a resposta for não, converse com ele claramente. É fundamental que ele saiba o que você pensa e sente com relação a isso.

- Se você quer apoiá-lo no papel de pai, aceite a situação dele sem preconceitos.

- Entenda que os filhos não são uma “continuação” do relacionamento anterior, e sim pessoas de quem seu namorado ama e precisa.

- Não fique insegura nem se sinta abandonada quando ele estiver com os filhos.

- Faça companhia e permita-se ter prazer ao vê-lo agindo como pai.

- Ajude seu namorado a construir uma boa relação com os filhos, sem esquecer que você não é responsável pelas crianças nem pela educação delas.

- Pergunte como você pode ajudar. Não tente determinar o que ele deve fazer.

- Não entre em competição com a mãe das crianças, nem fale mal dela para o seu namorado, principalmente na frente dos filhos.

- Não tente “conquistar” ou “segurar” seu namorado dando aos filhos dele atenções ou presentes que não você deseja dar.

- Não finja ser diferente do que você é quando os filhos dele estiverem presentes.

- Eles aprenderão a conhecer você, a gostar de você pelo que você representa para o pai deles.

- Construa um relacionamento feliz e eles a aceitarão.

- Em uma discussão, não use os filhos dele como “bola de canhão”, dificultando a relação entre eles, nem como “aliados”.

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Jul
16
Posted on 16-07-2009
Filed Under (Amor, Curiosidades, Interessante) by nubibella

amor-ou-paixao-30-299-thumb-570Os cientistas dizem que a paixão e o amor são conseqüência de manifestações bioquímicas do organismo. Substâncias como dopamina, feniletilamina e ocitocina são encontradas no corpo nas fases iniciais de um relacionamento amoroso, sendo responsáveis pelas sensações que experimentamos quando estamos apaixonados.
Todavia, com o tempo o organismo vai se tornando mais resistente aos efeitos dessas substâncias e todo o fervor da paixão pode desaparecer gradualmente. De acordo com algumas teorias científicas, homens e mulheres seriam biologicamente programados para se sentirem apaixonados por um período de dezoito a trinta meses, tempo suficiente para o casal se conhecer e procriar.
Assim, a paixão é vista como um sentimento intenso mas passageiro, caracterizando-se por um forte fascínio que uma pessoa exerce sobre a outra. Muitos estudiosos do assunto dizem que a paixão cega as pessoas, pois ela não leva em conta diferenças sociais, de formação e de idade. A paixão correspondida causa muita felicidade e satisfação, mas quando ocorre o contrário sobrevém uma enorme tristeza, pois o apaixonado só se sente feliz se conquistar o objeto de sua paixão.
Eventos simples como um olhar ou um aperto de mão podem desencadear a produção de feniletilamina no cérebro. Essa substância é um neurotransmissor associado ao sentimento de amor.
Existem também indícios de que as pessoas exalam pelos poros, e até mesmo pelo hálito, uma substância chamada feromônio. Esta substância produz reações químicas que provocam uma sensação de prazer, sendo responsável por uma comunicação bioquímica inconsciente que sinaliza os nossos desejos e interesses sexuais. Para os defensores da teoria dos feromônios, o amor à primeira vista é a maior prova da existência dessa substância.
Quanto ao amor, o conceito mais popular de amor supõe a formação de um vínculo emocional que produz os estímulos necessários ao surgimento e manutenção do relacionamento amoroso. Esse vínculo produz um forte sentimento de apego.
O namoro é o estágio inicial do encontro entre duas pessoas, que decidem se conhecer melhor. Serve para desmistificar as ilusões e fantasias a respeito das características individuais de cada um e sobre o futuro de seu relacionamento. Assim avalia-se a possibilidade de continuar ou não esse relacionamento.
Refletir sobre os vínculos emocionais existentes entre os namorados permite obter respostas para superar as dificuldades presentes na vida a dois.

Psicóloga Flávia Leão Fernandes

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Jun
30
Posted on 30-06-2009
Filed Under (Amor, Futilidades, Interessante) by nubibella

pabst

Este simpático cachorro meio boxer, meio alguma outra coisa não identificada, foi o vencedor do concorrido concurso World’s Ugliest dog 2009 – o cachorro mais feio do mundo. Pabst que é de Citrus Heights, abocanhou a coroa de feiúra.

Os outros concorrentes eram muito fortes e existem aqueles que afirmam que o resultado foi injusto.

O fato é que Pabst venceu e levou para casa cerca de 1.600 dólares em prêmios e um contrato de modelo, além de entrar mais ainda para a história – ele foi o primeiro cachorro de raça diferente da Crested Chinês (também conhecido como Cristado Chinês) a vencer o concurso em 5 anos!

De tão feio, é lindo! :P

Vi aqui.

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Jun
29
Posted on 29-06-2009
Filed Under (Amor, Poesia Tem Hora!) by nubibella

Padre Antônio Vieira contou uma breve parábola sobre o amor.

Certo homem saiu para caçar. Tentou acertar vários animais, mas errou todos. Ruim de pontaria e mal sucedido em abater um bicho que alimentasse a família, voltava triste para o lar. A poucos metros da porta de casa, viu uma cobra enrolada no pescoço do filho caçula. Sem hesitar retesou o arco e flechou a serpente. Acertou-lhe em cheio e salvou a vida do filho.

Vieira então pergunta: “O que fez o pai para acertar a cabeça da áspide, se era um péssimo caçador, ruim de pontaria?”. Por que, de repente, o homem fez-se exímio no arco e flecha? Vieira responde: “O amor”. O amor sempre forja especialista, sempre cria excelência. As pessoas tornam-se criteriosas devido ao afeto.

Quem ama não aceita a lógica do “de qualquer jeito”; aliás, detesta “jeitinhos”. Extravagante nos gestos, refina atitudes. Os amantes caminham milhas extras sem perceber; transformam as decisões banais em mandamentos divinos. O esmero nasce do amor.

Soli Deo Gloria

Ricardo Gondim

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May
24
Posted on 24-05-2009
Filed Under (Amor, Interessante) by nubibella

123Assisti ontem, o filme  “Ele não está tão afim de você”
O mais interessante, é que nesta ficção, nada mais é do que uma prova de que quando vivemos a vida, não achamos graça. Mas quando assistimos as mesmas situações vividas por atores famosos, achamos tudo muito fantástico, divertido, drástico e verdadeiro.
A estória toda gira em torno de uma mulher desesperada, que passa seus dias querendo achar qualquer cara pra iniciar um relacionamento. E como grande parte das mulheres, vive acreditando no papinho do “eu te ligo” e leva isso tão ao pé da letra, que acaba ficando neurótica.
Enquanto isso, outras estórias vão se desenrolando ao longo do filme, tem a mulher bonita casada com um cara perfeito (loiro, alto, sarado e belos olhos azuis), e que vive um casamento ‘feijão com arroz’, tem a outra que ama o namorado, mas há 7 anos espera por um pedido de casamento, tem a ‘gostosa’ que enrola o cara meigo e fofo enquanto corre atrás do bonitão que faz o sexo perfeito.

Quantas mulheres não assistem situações como essas no dia-a-dia, ou que já passaram por algo parecido?
Mas o mais interessante, da ficção é passar a idéia de que enquanto existe regra pra tudo, não existe regra pra nada. Confuso, né?
Toda vez que conhecemos alguém diferente, sempre tendemos a fantasiar. Caímos sempre na ilusão de sermos a “exceção da regra”. Na balada, no carnaval, na formatura, no pagode, a regra é sempre a mesma: ele não vai ligar! E ainda pode falar pra mais outras 5, o que te falou, e se der sorte leva alguma pra cama.
Ok, ok… às vezes, pode acontecer. Não vou ser terrorista! Mas na dúvida, vá sempre pela regra. Não some expectativas, e evite a frustração.
Oi? Pare de achar que o que ele te falou foi de coração, pare de achar que se ele chifrou as últimas 50 namoradas, foi porque ainda não te conhecia, pára de acreditar que ele vai largar a esposa pra ficar só com você, pare de acreditar que todo fim de semana a bateria do celular dele acaba por acaso, pára de acreditar que aquela menina que liga toda madrugada, só está passando trote. rs
Viva a vida com calma, sem desespero, e sem ingenuidade. Porque parece que quando mais ansiamos em conhecer alguém legal, mais urubu aparece.
Existe hora certa pra tudo. E quando o ‘par perfeito’ chegar, saberemos bem. Afinal de contas, quando queremos de fato, uma pessoa, lutamos por ela. ;)

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Mar
08
Posted on 08-03-2009
Filed Under (Amor) by nubibella

O texto a seguir é do escritor e jornalista pernambucano Xico Sá. Recebi por e-mail hoje.

“Sim, homem é frouxo, só usa vírgula, no máximo um ponto e virgula; jamais um ponto final. Sim, o amor acaba, como sentenciou a mais bela das crônicas de Paulo Mendes Campos: “Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar…”

Acaba, mas só as mulheres têm a coragem de pingar o ponto da caneta-tinteiro do amor. E pronto. Às vezes com três exclamações, como nas manchetes sangrentas de antigamente. Sem reticências…

Mesmo, em algumas ocasiões, contra a vontade. Sábias, sabem que não faz sentido prorrogação, os pênaltis, deixar o destino decidir na morte súbita.

O homem até cria motivos a mais para que a mulher diga basta, chega, é o fim!!!

O macho pode até sair para comprar cigarro na esquina e nunca mais voltar. E sair por ai dando baforadas aflitas no king-size do abandono, no Continental sem filtro da covardia e do desamor.

Mulher se acaba, mas diz na lata, sem metáforas.

Melhor mesmo para os dois lados, é que haja o maior barraco. Um quebra-quebra miserável, celular contra a parede, controle remoto no teto, óculos na maré, acusações mútuas, o diabo-a-quatro.

O amor, se é amor, não se acaba de forma civilizada.

Nem no Crato…nem na Suécia.

Se ama de verdade, nem o mais frio dos esquimós consegue escrever o “the end” sem uma quebradeira monstruosa.

Fim de amor sem baixarias é o atestado, com reconhecimento de firma e carimbo do cartório, de que o amor ali não mais estava.

O mais frio, o mais “cool” dos ingleses estrebucha e fura o disco dos Smiths, I Am Human, sim, demasiadamente humano esse barraco sem fim.

O que não pode é sair por ai assobiando, camisa aberta, relax, chutando as tampinhas da indiferença para dentro dos bueiros das calçadas e do tempo.

O fim do amor exige uma viuvez, um luto, não pode simplesmente pular o muro do reino da Carençolândia para exilar-se, com mala e cuia, com a primeira criatura ou com o primeiro traste que aparece pela frente.

E vamos ficando por aqui, pois já derrapei na curva da auto-ajuda como uma Kombi velha na Serra do Mar… e já já descambarei, eu me conheço, para o mundo picareta de Paulo Coelho. Vade retro.”

…na rádio:
Adriana Calcanhoto – Nada Ficou no Lugar

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