Jun
30
Posted on 30-06-2009
Filed Under (Amor, Futilidades, Interessante) by nubibella

pabst

Este simpático cachorro meio boxer, meio alguma outra coisa não identificada, foi o vencedor do concorrido concurso World’s Ugliest dog 2009 – o cachorro mais feio do mundo. Pabst que é de Citrus Heights, abocanhou a coroa de feiúra.

Os outros concorrentes eram muito fortes e existem aqueles que afirmam que o resultado foi injusto.

O fato é que Pabst venceu e levou para casa cerca de 1.600 dólares em prêmios e um contrato de modelo, além de entrar mais ainda para a história – ele foi o primeiro cachorro de raça diferente da Crested Chinês (também conhecido como Cristado Chinês) a vencer o concurso em 5 anos!

De tão feio, é lindo! :P

Vi aqui.

(1) Comment    Read More   
Jun
29
Posted on 29-06-2009
Filed Under (Amor, Poesia Tem Hora!) by nubibella

Padre Antônio Vieira contou uma breve parábola sobre o amor.

Certo homem saiu para caçar. Tentou acertar vários animais, mas errou todos. Ruim de pontaria e mal sucedido em abater um bicho que alimentasse a família, voltava triste para o lar. A poucos metros da porta de casa, viu uma cobra enrolada no pescoço do filho caçula. Sem hesitar retesou o arco e flechou a serpente. Acertou-lhe em cheio e salvou a vida do filho.

Vieira então pergunta: “O que fez o pai para acertar a cabeça da áspide, se era um péssimo caçador, ruim de pontaria?”. Por que, de repente, o homem fez-se exímio no arco e flecha? Vieira responde: “O amor”. O amor sempre forja especialista, sempre cria excelência. As pessoas tornam-se criteriosas devido ao afeto.

Quem ama não aceita a lógica do “de qualquer jeito”; aliás, detesta “jeitinhos”. Extravagante nos gestos, refina atitudes. Os amantes caminham milhas extras sem perceber; transformam as decisões banais em mandamentos divinos. O esmero nasce do amor.

Soli Deo Gloria

Ricardo Gondim

(3) Comments    Read More   
May
24
Posted on 24-05-2009
Filed Under (Amor, Interessante) by nubibella

123Assisti ontem, o filme  “Ele não está tão afim de você”
O mais interessante, é que nesta ficção, nada mais é do que uma prova de que quando vivemos a vida, não achamos graça. Mas quando assistimos as mesmas situações vividas por atores famosos, achamos tudo muito fantástico, divertido, drástico e verdadeiro.
A estória toda gira em torno de uma mulher desesperada, que passa seus dias querendo achar qualquer cara pra iniciar um relacionamento. E como grande parte das mulheres, vive acreditando no papinho do “eu te ligo” e leva isso tão ao pé da letra, que acaba ficando neurótica.
Enquanto isso, outras estórias vão se desenrolando ao longo do filme, tem a mulher bonita casada com um cara perfeito (loiro, alto, sarado e belos olhos azuis), e que vive um casamento ‘feijão com arroz’, tem a outra que ama o namorado, mas há 7 anos espera por um pedido de casamento, tem a ‘gostosa’ que enrola o cara meigo e fofo enquanto corre atrás do bonitão que faz o sexo perfeito.

Quantas mulheres não assistem situações como essas no dia-a-dia, ou que já passaram por algo parecido?
Mas o mais interessante, da ficção é passar a idéia de que enquanto existe regra pra tudo, não existe regra pra nada. Confuso, né?
Toda vez que conhecemos alguém diferente, sempre tendemos a fantasiar. Caímos sempre na ilusão de sermos a “exceção da regra”. Na balada, no carnaval, na formatura, no pagode, a regra é sempre a mesma: ele não vai ligar! E ainda pode falar pra mais outras 5, o que te falou, e se der sorte leva alguma pra cama.
Ok, ok… às vezes, pode acontecer. Não vou ser terrorista! Mas na dúvida, vá sempre pela regra. Não some expectativas, e evite a frustração.
Oi? Pare de achar que o que ele te falou foi de coração, pare de achar que se ele chifrou as últimas 50 namoradas, foi porque ainda não te conhecia, pára de acreditar que ele vai largar a esposa pra ficar só com você, pare de acreditar que todo fim de semana a bateria do celular dele acaba por acaso, pára de acreditar que aquela menina que liga toda madrugada, só está passando trote. rs
Viva a vida com calma, sem desespero, e sem ingenuidade. Porque parece que quando mais ansiamos em conhecer alguém legal, mais urubu aparece.
Existe hora certa pra tudo. E quando o ‘par perfeito’ chegar, saberemos bem. Afinal de contas, quando queremos de fato, uma pessoa, lutamos por ela. ;)

(3) Comments    Read More   
Mar
08
Posted on 08-03-2009
Filed Under (Amor) by nubibella

O texto a seguir é do escritor e jornalista pernambucano Xico Sá. Recebi por e-mail hoje.

“Sim, homem é frouxo, só usa vírgula, no máximo um ponto e virgula; jamais um ponto final. Sim, o amor acaba, como sentenciou a mais bela das crônicas de Paulo Mendes Campos: “Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar…”

Acaba, mas só as mulheres têm a coragem de pingar o ponto da caneta-tinteiro do amor. E pronto. Às vezes com três exclamações, como nas manchetes sangrentas de antigamente. Sem reticências…

Mesmo, em algumas ocasiões, contra a vontade. Sábias, sabem que não faz sentido prorrogação, os pênaltis, deixar o destino decidir na morte súbita.

O homem até cria motivos a mais para que a mulher diga basta, chega, é o fim!!!

O macho pode até sair para comprar cigarro na esquina e nunca mais voltar. E sair por ai dando baforadas aflitas no king-size do abandono, no Continental sem filtro da covardia e do desamor.

Mulher se acaba, mas diz na lata, sem metáforas.

Melhor mesmo para os dois lados, é que haja o maior barraco. Um quebra-quebra miserável, celular contra a parede, controle remoto no teto, óculos na maré, acusações mútuas, o diabo-a-quatro.

O amor, se é amor, não se acaba de forma civilizada.

Nem no Crato…nem na Suécia.

Se ama de verdade, nem o mais frio dos esquimós consegue escrever o “the end” sem uma quebradeira monstruosa.

Fim de amor sem baixarias é o atestado, com reconhecimento de firma e carimbo do cartório, de que o amor ali não mais estava.

O mais frio, o mais “cool” dos ingleses estrebucha e fura o disco dos Smiths, I Am Human, sim, demasiadamente humano esse barraco sem fim.

O que não pode é sair por ai assobiando, camisa aberta, relax, chutando as tampinhas da indiferença para dentro dos bueiros das calçadas e do tempo.

O fim do amor exige uma viuvez, um luto, não pode simplesmente pular o muro do reino da Carençolândia para exilar-se, com mala e cuia, com a primeira criatura ou com o primeiro traste que aparece pela frente.

E vamos ficando por aqui, pois já derrapei na curva da auto-ajuda como uma Kombi velha na Serra do Mar… e já já descambarei, eu me conheço, para o mundo picareta de Paulo Coelho. Vade retro.”

…na rádio:
Adriana Calcanhoto – Nada Ficou no Lugar

(1) Comment    Read More   
Feb
28
Posted on 28-02-2009
Filed Under (Amor, Sorria!) by nubibella

Se ele me ligar não vou atender! Vou fazer um joguinho. Tipo: “A durona”!
Se eu não atender não saberei quantas coisas tinha pra me falar.
Mas e se ele não ligar? Eu ligo? E falo o quê?
Ta certo, vou esperar mais um dia.
E se ele não ligar hoje? Isso significa que não está pensando em mim como eu estou pensando nele. Daí então quero que se dane!
Mas e se ele não ligou pra mim porque quer que eu ligue, será?
Acho que vou à cartomante!
Veja bem, se ele me ligar ainda hoje, é porque pensa em mim. Se não me ligar é porque espera minha ligação, certo?
Não!!! Errado. Se eu ligar vai achar que sou facinha, igual as outras. Mas se eu ligar como quem não quer nada? Tipo: – Oi tudo bem? Como passou de ontem? Seu cachorrinho se molhou muito com a chuva?
Não, não! Isso é muito brega! Vai dar na cara que não tenho assunto e estou ligando com algum pretexto. Que tal: – Olha, vai ter um encontro do pessoal lá do blog e gostaria que fosse pra conhecer todo mundo?
Hummm… Muito íntimo, não é? O cara já vai achar que faz parte dos meus amigos e vai querer saber tudo da minha vida. Melhor esperar a ligação. Quem vai arrumar uma desculpa será ele. Mas o que faço com essa ansiedade? Acho que vou comer um bolo. Vou fazer um brigadeiro e comer ainda quente na panela. Mas e se ele me ligar pra sair e nascer uma espinha por causa do chocolate? Melhor não comer brigadeiro!
Será que liga ainda hoje?
Quer saber? Não vou resistir. Tenho que ligar!
Pô, mas… Se eu ligar e uma mulher atender o telefone? Digo que é engano,pronto!! Você acha que se ele tivesse mulher ou namorada daria o telefone pra mim? Duvido!
Na verdade não dá pra duvidar dos homens. São capazes de tudo. Mas se uma mulher atender eu nunca mais ligo. E se for a irmã? Coitado! Fui injusta com o lindinho, eu não presto.
Vou esperar. Se tiver que ser, será!!!
Trimm Trimm
Alô.

Vi aqui.

(4) Comments    Read More   
Jan
30
Posted on 30-01-2009
Filed Under (Acontece Comigo!, Amor) by Linny

No ano que o vermelho do semáforo era melhor do que o verde. No vermelho os enamorados se beijavam e as pessoas dos outros carros sabiam. E os transeuntes paravam para ver, e a moça desconfiava enquanto cantava sua musica. Todos sabiam do frescor que era cada novo beijo, e toda a malemolência das línguas salivantes e molhadas que se cruzavam antes do farol se abrir.

O ano era de bares e lanchonetes que serviam batatas que conduziam o encostar de bocas levemente salgadas por fora, e também com o suculento adocicado de todos os chocolates que se pode consumir nesse ano. Mesa para dois, não fumantes, donos de si e donos do mundo. Coca-cola e suco de maracujá, e um garçom que tente interromper o abraço continuo.

O ano que revelaram o número do cartão e que se deu a chave de casa em mão do outro. A casa exibia filmes as vezes convencionais e a cama de um era a segunda cama do outro. O ano em que sonharam com a terceira, a primeira dos dois em par. E seguiram mãos que se deram e pés de meia no cobertor, os anéis de prata no dedo, e idéias de feriado e beijos nas costas entrelaçadas.

Fora o ano das fotos egípcias, daquelas que só aparecem de perfil. Olhavam um para o outro, na rítmica em que os flashes cruzavam suas imagens estáticas e deliciosamente apaixonadas.
Era o ano em que todos esperam viver algum dia. E eles inesperadamente se surpreenderam com a dimensão que um sorriso pode se estender.

Era um ano feito de finais e alguns dias em semana, todo diagramados para serem executados pessoalmente ou não. A música das mensagens no celular superava a marcha nupcial, e o conteúdo ultrapassava as palavras convencionais acostumadas aos olhos e ouvidos. O ano aconteceu de noite em noite, e algum intervalo de dia se passou na estrutura de uma cidade de pedra ou no centro no meio de um parque muito verde e muito azul.

Naquele ano criaram casos, mas não recuaram de verdade um passo sequer, discutiram, mas na maior parte das vezes, acentuaram o humor simples que transformava o tom sério em risadas.

Era uma vez um ano em que o tempo gritou, mostrou-se relativo e envolveu em um único espaço dois corpos. Contra qualquer teoria, regra ou rebeldia. Criaram algo novo no mundo.

E depois desse mês, os caminhos não iriam se cruzar mais.
Já que agora um é o próprio caminho do outro.

(1) Comment    Read More   
Dec
26
Posted on 26-12-2008
Filed Under (Amor, Devaneios) by nubibella

Sim, eu sei. É madrugada. Mas eu não consigo dormir.  E enquanto a música toca, sinto minha alma sorrir.
E acho que o melhor lugar do mundo, neste instante, seria os ombros dele…
Sim, eu também sei, que sempre me envolvo nas coisas mais absurdas do mundo.
Freud deve explicar, ou não. E que ele explique também,  meu coração estar tão aquecido e feliz.
Ai ai ai…


“Por que nos conhecemos? Por que o acaso o quis? Foi porque através da ‘distância’, sem dúvida, como dois rios que correm a unir-se, nossas inclinações particulares nos impeliram um para o outro.”

Gustave Flaubert

- os contos nem sempre dizem a me respeito, na verdade quase nunca, dizem, são impessoais, inspirados sob situação real ou não. :)

(2) Comments    Read More   
Dec
17
Posted on 17-12-2008
Filed Under (Amor, Falando Sério) by nubibella

diferenc3a7a5Será mesmo impossível, conviver com um outro, tão diferente do que sentimos, agimos ou pensamos?
Quando os namorados ainda estão se conhecendo, e o fogo da paixão impera, e é difícil perceber algum defeito no parceiro. Mas quando o fogo abranda e a paixão vai cedendo espaço para o convívio cotidiano, aí sim a coisa muda de figura.
Todos os defeitos e diferenças são notados, analisados e o pior: geralmente um quer mudar o outro. Diferença de idade, de nível intelectual, de altura, e até mesmo a diferença financeira, para não dizer a religiosa.
Penso que o que complementa o bom relacionamento é a arte, onde é preciso aprender a conviver com essas diferenças. Elas podem ser até positivas quando as pessoas entendem que uma complementa a outra. No entanto sempre incomoda. É preciso aprender a tolerar. As divergências de gostos e opiniões estão presentes em tudo na vida. É aprendendo a lidar com elas que as pessoas amadurecem, e entendem que o mundo não gira em torno de si mesmas.
Qualquer relacionamento de um indivíduo intolerante será insuportável. Ele será sempre taxado pelos amigos ou familiares de intolerante e intransigente. O aspecto principal que deve ser observado em qualquer relacionamento é o respeito às diferenças, pois, sempre há a possibilidade de harmonia, mesmo quando as opiniões diferem, pois a eliminação destas é impossível. Daí o segredo do sucesso para qualquer relação – RESPEITO.

(2) Comments    Read More   
Dec
11
Posted on 11-12-2008
Filed Under (Amor) by nubibella

“Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos” – Mathew, 6 anos

“Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite” – Rebecca, 8 anos

“Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras” – Lauren, 4 anos

“Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo” – Tommy, 6 anos

“Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente” – Billy, 4 anos

“Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela” – Chrissy, 6 anos

“Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, ara ter certeza que está do gosto dele” – Danny, 6 anos

“Amor é o que está com a gente no natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta” – Bobby, 5 anos

“Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta. – Nikka 6 anos.

“Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda” – Samantha , 7 anos

“Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de Deus, mas o amor de Deus junta os dois” – Jenny, 4 anos

“Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford” – Chris, 8 anos

“Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo” – Cindy, 8 anos

“Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. E se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo” – Jessica, 8 anos

“Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não” – Patty, 8 anos

“Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro” – Mary Ann, 4 anos

“Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor” – Max, 5 anos.

(3) Comments    Read More   
Dec
08
Posted on 08-12-2008
Filed Under (Amor, Falando Sério) by nubibella

Todo mundo tem uma história de amor pela internet para contar. Mas acabam preferindo ficar calado. Têm vergonha. É muito nerd ficar de pijamão, até altas horas da madrugada, com a pupila dilatada, em frente ao computador – teclando e se deixando teclar, por pessoas de origem e procedência completa e  absolutamente aleatória, de caráter imprevisível, e de um histórico pouco confiável.

No dia-a-dia, em que trabalho, estudos, serviços comuns podem ser feito pela internet, nada mais natural do que encontrar do outro lado, em algum lugar, pessoas que utilizam essa ferramenta e que acabam se ‘conhecendo’, fazendo amizades e se tornando tão parecidas, uma com as outras. Sem contar que a todo instante, aparecem novidades, sites de relacionamentos infinitos, mensageiros instântaneos, blogs, flogs, mini-blogs, que estreitam a distância, aproximando e oportunizando vínculos. Obviamente, os riscos são mínimos e, por isso, não há quem não tenha tentado, nem que seja uma amizade colorida.

O ideal, para quem tem uma relação virtual, é partir para o real, para o encontro cara-a-cara. A partir de então, poderá saber se essa relação será possível.
Eu acredito sim, na possibilidade de encontrar uma pessoa bacana, um amor pela internet, e isso é cada vez mais comum. Tenho amigos que encontraram sua cara metade dessa forma. Mas é importante atentar que na internet ninguém é feio, tudo e todos são perfeitos. Cuidado! Não se deixe enganar! Existem profissionais, verdadeiros sociopatas que são especialistas em seduzir, enganar, o que pode se tornar perigoso. O melhor seria sondar bem o terreno, para se sentir seguro, e se for conveniente partir para o real.

Imagem Getty Images.

(3) Comments    Read More