Como mulher, digo que não há sensação pior que ganhar uns quilos extras da noite para o dia. Só que nem sempre ter dado essa ‘engordada’ significa excesso de gordura no corpo. A culpa por esse inchaço repentino pode ser da retenção de líquidos pelo organismo.
Hoje, com minha visita à nutricionista, relatei à minha facilidade em inchar, e os incômdodos que isso me trazia, ela me esclareceu que as causas podem ser diversas, e principalmente a hormonal, que inclui a TPM e o período menstrual, e também a deficiência de líquido ingerido. Devemos tomar pelo menos 3 litros de água por dia. É muito, mas vale um esforcinho! Ela me passou também uma receitinha caseira que pode ser tomado duas vezes na semana, em substituição aos lanches entre as refeições, pela manhã. Vou compartilhar com vocês:
1/2 beterraba
1/2 cenoura
1/2 maçã
1 colher de hortelã picado
100 ml de água de côco
Bata tudo no liquidificador, acrescente algumas pedrinhas de gelo, e a bebida está pronta!
Chás diuréticos também são liberados com adoçante, por exemplo a cavalinha e a flor de hibisco, esse último, pra mim é horrível, prefiro o chá de cavalinha, que depois de pronto, coloco pra gelar e acrescento folhas de hortelã. rs
Não custa tentar metódos naturais, e acima de tudo só vai nos fazer bem.
Chegando no último módulo do curso, sobre Internet, o aluno teve a curiosidade de perguntar se havia como localizar os parentes.
Utilizando um site de pesquisas e digitando o sobrenome da família foi possível localizar um primo e fazer contato. Ao ver algumas fotos de seus primos e sobrinhos, emocionou-se e ficou surpreso em ver o tamanho da família que ele ainda não conhecia. Logo, irá encontrar-se com os familiares em São Paulo. – Essa é a história de um aluno de 67 anos, que faz parte da AIB (Associação dos Idosos do Brasil), em parceria da Estação Digital, que ajudou o senhor a reencontrar seus parentes que há muitos anos não tinha notícia, desde que veio morar no estado de Goiás. Obviamente este é um simples exemplo dos benefícios da inclusão digital, ‘encontrar’ o mundo, através da tela de um computador.
Apurando os benefícios para a população goianiense, a prefeitura de Goiânia criou o projeto Estação Digital, que é um projeto de desenvolvimento econômico que visa destacar Goiânia entre os mais importantes centros de Tecnologia de Informação do país. A meta é consolidar a cidade como referência na formação de mão-de-obra qualificada, desenvolvimento tecnológico, e negócios da economia digital.
Com este projeto, Goiânia abre suas portas às empresas do setor de Tecnologia de Informação e Comunicação, em parceria também com Universidades e Projetos Sociais, havendo incentivo na redução de impostos (IPTU, ISTI e ISS) aos que integrarem e ajudarem no crescimento da nossa economia e na geração de empregos (Projeto Cara Limpa).
Na iniciativa privada, conheci a ABRAÇO - Associação Brasileira de Ação Social, da Fundação Bradesco, em Aparecida de Goiânia (cidade do entorno de Goiânia), que visa a inclusão da população carente, oferecendo também cursos específicos.
Eu penso que a ‘chave’ da cultura do futuro é a presença virtual da humanidade para si mesma partindo do processo da inclusão social, sem preconceitos, até porque todo mundo começou um dia, que depende muito da boa vontade dos representantes políticos e mais ainda da população que saiu da condição de leigo e pode sim ajudar o próximo com atitudes simples que farão nossa cidade fazer parte do maior polo brasileiro de Inclusão Digital.
*Este post faz parte de uma blogagem coletiva, em que a Sam foi pioneira em convidar blogs de várias regiões do Brasil a informar como anda a inclusão digital em sua região.
Inclusão digital, eu apóio!
Estive lembrando de uma pesquisa feita pelo IBOPE há alguns meses, que entrevistou cerca de 3 mil homens em 11 regiões metropolitanas do país, com o propósito de revelar os hábitos de consumo, comportamento e valores do homem moderno.
O grau de satisfação deles é bastante alto:
95% consideram-se felizes.
59% estão satisfeitos com seu estilo de vida.
Em relação à vida sexual, os mineiros são os campeões: 97% declararam-se satisfeitos.
Revelou que 44% dos brasileiros são casados. Em Curitiba está a maioria dos homens casados: 48% estão envolvidos em uma união estável. E em Salvador registrou o índice mais baixo, 29%.
Dos casados, 76% têm filhos. Desses, 47% afirmam ter dificuldade em conciliar trabalho, paternidade e casamento.
O companheirismo é traço marcante do novo homem: 93% afirmam que sua parceira pode contar com ele em qualquer situação.
Para eles, o dinheiro é a melhor medida do sucesso. Foi o que declararam 57% dos entrevistados que estão no mercado de trabalho. Outros 52% disseram estar dispostos a sacrificar o tempo com a família para progredir profissionalmente.
Os valores nem sempre acompanham a evolução do pensamento: 21% ainda concordam que o lugar da mulher é dentro de casa. [hã?]
Depois que ‘conquistamos’ a jornada dupla de trabalho vejam as estatísticas. A revista francesa Top Santé, encomendou uma pesquisa com mulheres que mostrou que:
85% delas se sentem freqüentemente cansadas, 59% disseram que o cansaço as acompanha o tempo inteiro. Isso seria um reflexo da luta diária para conciliar os afazeres domésticos, educação dos filhos e a ambição profissional.
O estudo apontou ainda que muitas mulheres têm poucas horas de sono e uma dieta alimentar precária.
Cerca de 75% das mulheres disseram “ter sorte” quando conseguem dormir seis horas por noite, e 40% admitiram dormir menos do que isso. Eu me encaixo.. rs
Quando o assunto é casamento, parece que os homens também se sentem mais satisfeitos. A média de satisfação das mulheres com o casamento é mais baixa.
A pesquisa afirma que esse diferença de satisfação se dá: por causa das jornadas de trabalho, expectativas diferentes sobre o que seja um casamento feliz para os homens e para as mulheres, regras diferentes sobre relacionamentos extraconjugais e a percepção de que o passado sexual feminino ainda é ameaçador do caráter, enquanto que o masculino é entendido como experiência, ou seja, a mulher é ‘galinha’ e o homem ‘pegador’!
A pesquisa apontou ainda, para uma insatisfação das mulheres com a forma como os homens vêm exercendo tarefas como cuidar da casa e dos filhos.
Em comparação, os solteiros vivem menos os dilemas da dupla e tripla jornadas, além de organizarem sua rotina sem os compromissos que uma família e filhos exigem. Apesar disso, a maioria quer se casar, mas as perspectivas estão distantes dos modelos de casamento romântico. Dessa forma, hoje há um maior entendimento de que é possível se relacionar não para se completar, mas para se aperfeiçoar, somar forças e construir projetos fortalecidos.
Os ideais até que são otimistas, mas duram muito menos que no tempo dos meus pais, por exemplo. Culpa do reflexo imediatista e do comportamento sempre insatisfeito? Pensando bem… isso pode ser assunto para um próximo post!
Todo ano é o mesmo martírio, adiantamos o relógio em uma hora, acordamos mais cedo, dormimos mais cedo e ficamos com uma enganosa impressão de que saímos do trabalho mais cedo também. É uma complicação para nosso reloginho biológico se adaptar, podendo levar algumas semanas pra isso… Eu sofro com essas mudanças. Esta é a minha realidade e a de muitas pessoas, que ficam se perguntando a necessidade do horário de verão. Afinal, pra quê essa merda mudança? Alguns sabem que é preciso fazer isso, mas não sabem o fundamento e o porquê. Isso acontece todos os anos durante mais ou menos quatro meses.
Esse procedimento é adotado durante o verão quando os dias são mais longos, pelo fato da posição da Terra em relação ao Sol tendo como ideia de adiantar o relógio para aproveitar melhor as horas de sol, teoricamente economizando mais energia, sendo que antigamente não havia energia elétrica onde sua fonte de luz era somente o sol.
Atualmente o horário de verão é adotado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, neste ano de 2009, segundo o Decreto nº 6.558 de 8 de setembro de 2008, publicado no Diário Oficial da União, a partir das 0:00h do dia 18 de outubro (domingo), entrará em vigor o Horário de Verão no Brasil.
Está previsto para o término no dia 15 de Fevereiro de 2010, a expectativa do governo é de que haja uma redução de 4% a 5% no horário de pico o que a equivale e uma economia de 2.000 MW, sendo o suficiente para abastecer uma cidade com 6 milhões de habitantes, isso sempre ocorrerá nessa época por causa do aumento na demanda ocasionando pelo calor e pelo crescimento da produção industrial às vésperas do Natal, nesse período os dias tem maior duração e a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada.
Como não há condições de fugir, o jeito é aceitar e tentar aproveitar ao máximo os ‘dias longos’ e quentes que virão!
Surgido há mais de dez anos nos EUA o Outubro Rosa foi o mês escolhido para a luta contra o câncer de mama, um esforço de nível mundial para conscientizar o combate contra a doença. Desde então, vários outros países vêm aderindo ao movimento, inclusive nós.
Durante todo o mês, diversos eventos vão colorir de cor-de-rosa importantes pontos do país para alertar a população sobre a importância da mamografia periódica para todas as mulhaeres com mais de 40 anos e do diagnóstico precoce, ressaltando que o exame mamográfico é o melhor meio para detectar tumores ainda em fase inicial, possibilitando a cura em até 95% dos casos.
Não soube de nenhuma campanha na minha cidade, mas como a participação é voluntária, e mesmo sendo muito pouco, como mulher consciente coloquei meu blog mais uma vez, na campanha, após uma sugestão da @samegui.
E o melhor é que toda mulher acima dos 40 anos,tem o direito de fazer, anualmente, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o melhor exame capaz de detectar o câncer de mama precocemente: a mamografia. Essa é a Lei Federal Nº 11.664/2008, em vigor desde 29 de abril de 2009, que visa salvar vidas e diminuir a mortalidade desse que é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres, e que nos últimos anos vêm afetando um número cada vez maior delas, cada vez mais cedo.
Eu apóio!
Recebi um email de uma leitora me pedindo alguns conselhos. Ela está certa de que encontrou o amor de sua vida, mas não sabe como lidar com os filhos do namorado, frutos de um casamento que não deu certo.
Complicado é, mas não é impossível viver harmonicamente. Se está disposta a encarar o pai, é necessário aceitar os filhos, antes de mais nada. Esteja certa de que o mundo não vai girar em torno de você, e que nesse caso, os pequenos estarão em primeiro lugar da vida dele.
Entendendo isso, siga as dicas abaixo e tudo dará certo!
Boa sorte!
- Tenha clareza sobre qual é o seu papel: você é a namorada dele. Ele ser pai não transforma você em mãe dos filhos dele.
- Pergunte a si mesma se você quer apoiá-lo nas tarefas de pai. Se a resposta for não, converse com ele claramente. É fundamental que ele saiba o que você pensa e sente com relação a isso.
- Se você quer apoiá-lo no papel de pai, aceite a situação dele sem preconceitos.
- Entenda que os filhos não são uma “continuação” do relacionamento anterior, e sim pessoas de quem seu namorado ama e precisa.
- Não fique insegura nem se sinta abandonada quando ele estiver com os filhos.
- Faça companhia e permita-se ter prazer ao vê-lo agindo como pai.
- Ajude seu namorado a construir uma boa relação com os filhos, sem esquecer que você não é responsável pelas crianças nem pela educação delas.
- Pergunte como você pode ajudar. Não tente determinar o que ele deve fazer.
- Não entre em competição com a mãe das crianças, nem fale mal dela para o seu namorado, principalmente na frente dos filhos.
- Não tente “conquistar” ou “segurar” seu namorado dando aos filhos dele atenções ou presentes que não você deseja dar.
- Não finja ser diferente do que você é quando os filhos dele estiverem presentes.
- Eles aprenderão a conhecer você, a gostar de você pelo que você representa para o pai deles.
- Construa um relacionamento feliz e eles a aceitarão.
- Em uma discussão, não use os filhos dele como “bola de canhão”, dificultando a relação entre eles, nem como “aliados”.
A glândula lacrimal é capaz de produzir aproximadamente 500 mL de lágrimas em um ano. Estas, formadas por água, muco, lipídios, proteínas, magnésio, potássio, enzimas antibacterianas, dentre outros; têm sua composição levemente alterada quando são secretadas em momentos de choro, apresentando-se, por exemplo, ricas em manganês.
Nossa espécie é a única do reino animal capaz de chorar, sendo este evento diretamente relacionado ao nosso instinto de defesa e comunicação – basta nos lembrarmos do choro do bebê, indicando que algo não vai bem. Chorar pode expressar uma gama de sentimentos, dentre eles a tristeza, dor física, indignação, insegurança, medo – ou mesmo felicidade – externalizando-os.
Aproximadamente 75% dos homens e 85% das mulheres sentem-se melhor depois de chorar: e isso não é por acaso. Em determinadas situações, nosso cérebro produz certas substâncias, como a prolactina, que ativam a ação das glândulas lacrimais. Esta, cujas concentrações aumentam em momentos de estresse, reduz novamente sua quantidade quando começamos a chorar; tal como a adrenalina. Este fator, aliado à liberação de substâncias como a leucina-encefalina, noradrenalina e serotonina, nos proporciona uma sensação anestésica e de calma, aliviando a angústia e liberando a tensão.
Reprimir-se em momentos adversos pode fazer com que o indivíduo, em longo prazo, desenvolva quadros de depressão; ou mesmo doenças psicossomáticas. Pressão alta, úlcera, e gastrite são alguns sintomas que podem surgir desta forma. Além disso, crianças que são educadas a reprimir o choro têm muito mais probabilidade de desenvolverem problemas de inibição emocional no futuro.
Como já dizia um amigo e psicólogo: ‘O choro é o xixi da alma, não segure! Se o fizer, te trará consequências sérias.’ E ele tem razão, fique atento.
Além do fator cultural, acredita-se que homens choram menos que mulheres porque elas possuem 50% de prolactina a mais que eles, já que é este mesmo hormônio que atua nas glândulas mamárias, para a produção de leite materno.
A situação é muito comum hoje: pais separados iniciam uma nova relação e se desorientam em apresentar o novo namorado (a) aos filhos. Nada mais natural. A experiência é nova e eles não têm referências para suas atitudes e decisões. Será que devem apresentar logo ele ou ela aos filhos?
Acredito que o momento oportuno, vai depender principalmente, da idade dos filhos, da sensibilidade e da capacidade deles de lidar com a situação. Alguns princípios, no entanto, têm alcance e aplicação mais amplos e devem ser considerados por todos.
Sob as pressões da atualidade já é frequente que as pessoas não encontrem espaço para se lembrar dos direitos do outro. Tendem a ficar absorvidas no próprio narcisismo, dando extrema importância às razões e aos desejos próprios, sem atentar para a segurança de quem está em volta. Pais separados, absorvidos por suas carências e necessidades, são ainda mais sujeitos a ter esse tipo de atitude. Mas não vale esquecer de que os filhos também foram atingidos pela ruptura da família com a separação. E, quanto mais novas as crianças, mais vulneráveis ficam a esse “desconhecimento” dos pais, pois têm expectativas de atenção em relação a eles, que são as pessoas mais importantes do mundo para elas.
Para integrar logo um namorado ou namorada na relação familiar, convém aguardar algum tempo, o suficiente, pelo menos, para ver se o relacionamento tem consistência. Pois já pensou, você levando à sua casa uma pessoa nova a cada semana? Não há quem resista.
Não há ninguém mais importante do que os nossos filhos, e em se tratando deles deve haver verdade e responsabilidade, para que os próprios possam enxergar transparência. Não há lugar para constrangimento, e sendo assim, também não haverá lugar para confusão para ambas as partes, tendo o devido direito de serem felizes com limite e respeito.
Geralmente a decepção vem daqueles a quem mais amamos ou admiramos, seja um amigo que nos magoou, um amor que nos traiu, um parente, enfim sempre será por alguém que temos carinho, que é importante em nossas vidas.
O mundo sempre foi composto por pessoas boas e más, dentre as de índole duvidosa, existem os artistas que fingem ser o que não são. É praticamente impossível perceber que a pessoa não é aquilo que representa ser dentro da sociedade. Mas um dia, as máscaras caem, tudo aparece, nos decepcionamos e entristecemos por termos sido enganados.
Os mascarados nunca sabem quem realmente são, eles sempre estarão em busca de suprir as suas necessidades. Não se importam com o sentimento de quem está perto e com o mal que pode causar. Estes “artistas” são infelizes, covardes e inseguros e hedonistas. Não conseguem saber o que sentem ou ser verdadeiros com eles próprios. São pesssoas insensíveis.
Penso que a melhor forma de passar por cima disso é o perdão. Perdoar o outro e a si mesmo. Isso trará evolução de caráter, paz e satisfação de que você está no caminho certo, e também aceitação, lembrando-se que em tudo na vida é necessário limites em que o outro vai, até onde permitirmos.
Dizem que a solidão é a maior doença social deste século, mas sempre convivemos com este problema desde sempre.
Apesar de ser mais visível nos dias atuais, em conseqüência da grande população e da agitação dos grandes centros urbanos, a solidão sempre foi responsável pela diminuição do relacionamento social entre as pessoas.
O cansaço após uma longa semana de trabalho, a falta de grana, as novas tecnologias da comunicação, a televisão, a moradia em apartamento, entre outros, estão fazendo com que o homem fique cada vez mais só.
Solidão é não interagir, e isso, literalmente, significa não se relacionar em primeiro lugar com você mesmo e, em segundo, com outras pessoas. Os solitários acham que são os outros que não interagem e que se afastam deles. Mas na verdade, é uma reação em cadeia, o solitário se fecha e, é claro, vai passar despercebido ou é isolado, por ser negativo ou depressivo.
A Síndrome da Solidão ocorre, geralmente, com pessoa com baixa auto-estima, sem ideais estabelecidos, que se faz de vítima ou, ainda pior, extremamente exigente e arrogante.
Profissionais na área de psicologia alertam que ter um ou vários hobbies não deixa de ser uma alternativa interessante para preencher o tempo vago e evitar a solidão. Além disso, é preciso que as pessoas se sintam à vontade e dispostas para cultivarem todo tipo de relacionamento.
Conviver bem com a família, com os amigos e procurar ter sempre relacionamentos satisfatórios é a melhor dica para uma vida mais completa e feliz.