Nov
19
Posted on 19-11-2008
Filed Under (Música) by nubibella

A geração que passou pela infância na década de 90, e que hoje tem 20 e poucos anos, sabe bem das estórias, personagens, musiquinhas, vinhetas do programa Castelo Rá tim Bum. E, ontem percorrendo os canais da Tv Aberta, me deparo com um clipezinho que me fez voltar um pouquinho no tempo. É o clipe do banho do ratinho, com aquela voz rouquinha! Pra quem não tem idéia do que eu tô falando, o Ratinho é uma personagem que anda pelo castelo ensinando alguns hábitos, como jogar lixo no lixo, reciclagem, escovar dentes e o banho (é o meu preferido!).

♫ ♪ Bainho é bom, bainho é muito bom!

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Nov
14
Posted on 14-11-2008
Filed Under (Interessante, Música) by nubibella
Nada é mais grave para um músico do que perder a audição.
Beethoven, um dos gênios da música, perdeu-a depois de ter feito belas composições.
Os recursos médicos ineficazes o levaram a uma profunda crise psíquica. Seus pensamentos agitaram-se como ondas rebeldes, sua emoção tornou-se um céu sem estrelas. Não havia flores nos solos da vida. Perdeu o encanto pela existência. Deixar de ouvir e compor músicas era tirar o chão de Beethoven. Cogitou, assim, no suicídio.
Mas algo aconteceu.
Quando todos pensavam que seus sonhos tinham sido sepultados pelo inquietante silêncio da surdez, surgiram sorrateiramente os mais espetaculares sonhos no árido solo da sua emoção. Ante sua condição miserável, ele decidiu superá-la.
Ou Beethoven se calaria diante da surdez ou lutaria contra ela e faria o que ninguém jamais fez: produzir músicas apesar de não ouví-las. No entanto, apesar de surdo, ele aprendeu a ouvir o inaudível, aprendeu a ouvir com o coração. Não desistiu da vida; ao contrário, exaltou-a. Os sonhos venceram. O mundo ganhou.
Com indescritível sensibilidade, Beethoven compôs belíssimas músicas após a surdez. Entre outras atitudes, ouvia as vibrações das notas no solo. Compôs ’surdo’ a 9ª Sinfonia.
A teoria da inteligência multifocal revela que as vibrações do solo produziam ecos na sua memória, abriam inúmeras janelas onde se encontravam antigas composições, que, por sua vez, eram reorganizadas, libertando sua criatividade e o fazendo compor novas e encantadoras músicas.
Quando no complexo teatro da mente humana há sonhos, os surdos podem ouvir melodias, os cegos podem ver cores, os abatidos podem encontrar força para continuar. Os sonhos tem o poder de nos levar a patamares impensáveis.
Quem dera fôssemos sonhadores.
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*Maestro Milton Misejima
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Nov
04
Posted on 04-11-2008
Filed Under (Música) by nubibella

Só podia dar algo muito bom!

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Oct
30
Posted on 30-10-2008
Filed Under (Música) by nubibella
Uma das arias italianas, mais lindas que eu já ouvi. Assistam no maravilhoso e imortal timbre de Luciano Pavarotti. 

Mi par cosi la vita vana cosa, senza el mio ben‘.

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Oct
21
Posted on 21-10-2008
Filed Under (Música) by nubibella

O filme musical Moulin Rouge, (Amor em Vermelho), foi lançado em 2001, e dirigido por Baz Luhrmann. Conta a história de um jovem poeta, Christian (encenado por Ewan McGregor), que desafia a autoridade do pai e vai para uma cidade de Paris onde conhece um grupo de teatro. A cidade vive centrada ao famoso bordel Moulin Rouge salão de dança noturno, considerado um bordel cheio de glamour. O assunto principal do musical, é a paixão de Christian pela mais bela cortesã, Santine (Nicole Kidman).
O filme foi indicado à várias premiações, inclusive em 2002 ganhou o Oscar de melhor direção de arte e melhor figurino feminino.

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Oct
03
Posted on 03-10-2008
Filed Under (Geral, Música) by nubibella

As imagens por si só, explicam tudo.
“Com amor eterno Eu te amei; por isso, com bondade te atraí, eu te remi, chamei-te pelo nome, tu és meu” (Jr 31:3).

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Sep
25
Posted on 25-09-2008
Filed Under (Música) by nubibella

Publicada pela primeira vez em 1910, a peça Le Fantôme de l’Opéra (O Fantasma da Ópera) foi desde então adaptada inúmeras vezes para o cinema e atuações de teatro, atingindo o seu auge ao ser adaptada para a Broadway, onde bateu o recorde de permanência, e continua em palco até hoje desde a estréia em 1986.

Fonte.

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