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	<title>Como estou dirigindo? &#187; Poesia Tem Hora!</title>
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		<title>Liberdade!</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 16:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nubibella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia Tem Hora!]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A liberdade é um dos dons mais preciosos que o céu deu aos homens. Nada a iguala, nem os tesouros que a terra encerra no seu seio, nem os que o mar guarda nos seus abismos. Pela liberdade, tanto quanto pela honra, pode e deve aventurar-se a nossa vida.&#8221; Miguel Cervantes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.nubibella.com/wp-content/uploads/2011/01/tumblr_leuoitoo7z1qcoda9o1_500_large.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1847" title="tumblr_leuoitoo7z1qcoda9o1_500_large" src="http://www.nubibella.com/wp-content/uploads/2011/01/tumblr_leuoitoo7z1qcoda9o1_500_large.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;A liberdade é um dos dons mais preciosos que o céu deu aos homens. Nada a iguala, nem os tesouros que a terra encerra no seu seio, nem os que o mar guarda nos seus abismos. Pela liberdade, tanto quanto pela honra, pode e deve aventurar-se a nossa vida.&#8221;</p>
<p>Miguel Cervantes</p>
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		<title>Burrice, é dar valor exagerado ao que, na essência é só detalhe.</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 14:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nubibella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia Tem Hora!]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Mas não vou ceder. Foi a última paixão. Paixão é o que dá sentido à vida. E foi a última. Tenho certeza absoluta disso. Agora me tornarei uma pessoa daquelas que se cuidam para não se envolver. Já tenho um passado, tenho tanta história. Meu coração está ardido de meias-solas. Sei um pouco das coisas? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.nubibella.com/wp-content/uploads/2010/11/c38f86e3a1d28ec766a4dff65bea44c07d2a57ea.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1766" title="c38f86e3a1d28ec766a4dff65bea44c07d2a57ea" src="http://www.nubibella.com/wp-content/uploads/2010/11/c38f86e3a1d28ec766a4dff65bea44c07d2a57ea-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Mas não vou ceder.<br />
Foi a última paixão.<br />
Paixão é o que dá  sentido à vida.<br />
E foi a última. Tenho certeza absoluta disso.<br />
Agora me  tornarei uma pessoa daquelas que se cuidam para não se envolver.<br />
Já  tenho um passado, tenho tanta história.<br />
Meu coração está ardido de  meias-solas.<br />
Sei um pouco das coisas? Acho que sim.<br />
Tive tanta  taquicardia hoje.<br />
Estou por aí, agora.<br />
Penso nele, sim, penso nele. Mas  não vou ceder.<br />
Certo, certo: ninguém tem obrigação de satisfazer ao teu  desejo, pela simples razão de que você supõe que teu desejo seja  absoluto.<br />
Foda-se seu desejo, ora.<br />
Me dói não ter podido mostrar minha  face.<br />
Me dói ter passado tanto tempo atento a ele — quando ele nunca  ficou atento a mim.<br />
E eu passei tanta coisa dura. Rita Lee canta “são  coisas da vida…”</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Caio Fernando Abreu</strong></p>
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		<title>Eu não vou renunciar!</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 23:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nubibella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia Tem Hora!]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IarOtx5o6ps?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IarOtx5o6ps?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sabedoria Lispectoriana</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 11:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nubibella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia Tem Hora!]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho&#8230;o de mais nada fazer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-Clarice Lispector</strong></p>
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		<title>Excelência e Amor</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 14:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nubibella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia Tem Hora!]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo gondim]]></category>

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		<description><![CDATA[Padre Antônio Vieira contou uma breve parábola sobre o amor. Certo homem saiu para caçar. Tentou acertar vários animais, mas errou todos. Ruim de pontaria e mal sucedido em abater um bicho que alimentasse a família, voltava triste para o lar. A poucos metros da porta de casa, viu uma cobra enrolada no pescoço do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Padre Antônio Vieira contou uma breve parábola sobre o amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Certo homem saiu para caçar. Tentou acertar vários animais, mas errou todos. Ruim de pontaria e mal sucedido em abater um bicho que alimentasse a família, voltava triste para o lar. A poucos metros da porta de casa, viu uma cobra enrolada no pescoço do filho caçula. Sem hesitar retesou o arco e flechou a serpente. Acertou-lhe em cheio e salvou a vida do filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Vieira então pergunta: “O que fez o pai para acertar a cabeça da áspide, se era um péssimo caçador, ruim de pontaria?”. Por que, de repente, o homem fez-se exímio no arco e flecha? Vieira responde: “O amor”. O amor sempre forja especialista, sempre cria excelência. As pessoas tornam-se criteriosas devido ao afeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem ama não aceita a lógica do “de qualquer jeito”; aliás, detesta “jeitinhos”. Extravagante nos gestos, refina atitudes. Os amantes caminham milhas extras sem perceber; transformam as decisões banais em mandamentos divinos. O esmero nasce do amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Soli Deo Gloria</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=65&amp;sg=0&amp;form_search=&amp;pg=1&amp;id=2180">Ricardo Gondim</a></p>
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		<title>Saudade, é o amor que fica</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 20:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nubibella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia Tem Hora!]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<category><![CDATA[saudade]]></category>

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		<description><![CDATA[Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (&#8230;.) &#8220;&#8230; posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade,descobrimos que somos capazes de ir muito mais além. Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-894" title="untitled" src="http://www.nubibella.com/wp-content/uploads/2009/06/untitled.jpg" alt="untitled" width="245" height="298" />Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (&#8230;.) &#8220;&#8230; posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade,descobrimos que somos capazes de ir muito mais além. Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional.<br />
Comecei a freqüentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria. Vivenciei os dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento das crianças. Até o dia em que um anjo passou por mim!<br />
Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de químicos e radioterapias. Mas nunca vi o pequeno anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em seus olhinhos; porém, isso é humano!<br />
Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. A resposta que recebi, ainda hoje, não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.<br />
&#8221; &#8211; Tio, disse-me ela, às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade. Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!&#8221;<br />
Indaguei:<br />
- E o que morte representa para você, minha querida?<br />
&#8221; &#8211; Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é?&#8221; (Lembrei das minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, com elas, eu procedia exatamente assim.)<br />
- É isso mesmo.<br />
&#8220;- Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!&#8221;<br />
Fiquei &#8220;entupigaitado&#8221;, não sabia o que dizer. Chocado com a maturidade com que o sofrimento acelerou, a visão e a espiritualidade daquela criança.<br />
&#8220;- E minha mãe vai ficar com saudades, emendou ela.&#8221;<br />
Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei:<br />
- E o que saudade significa para você, minha querida?<br />
- Saudade é o amor que fica!<br />
Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição melhor, mais direta e simples para a palavra saudade: é o amor que fica! Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas, deixou-me uma grande lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores. Quando a noite chega, se o céu está limpo e vejo uma estrela, chamo pelo &#8220;meu anjo&#8221;, que brilha e resplandece no céu. Imagino ser ela uma fulgurante estrela em sua nova e eterna casa. Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que me ensinaste, pela ajuda que me deste.<br />
Que bom que existe saudade! </p>
<p style="text-align: justify;">:&#8217;)</p>
<p>Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista (recebi por email)</p>
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		<title>Enquanto isso, no msn&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 21:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nubibella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece Comigo!]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia Tem Hora!]]></category>
		<category><![CDATA[chatos no msn]]></category>
		<category><![CDATA[conversas no msn]]></category>
		<category><![CDATA[idiotas no msn]]></category>
		<category><![CDATA[msn]]></category>

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		<description><![CDATA[- Boa noite! - Boa! - Tudo bem, como está sendo o seu domingo? - Tranquilo. - Está em casa mesmo? -Sim. - Acabei de chegar agora. Você pretende ficar em casa mesmo ou aceita um convite? - Acabou de chegar de onde? - Estava no autódromo vendo a corrida de Fórmula Truck. - Ah, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Boa noite!<br />
- Boa!<br />
- Tudo bem, como está sendo o seu domingo?<br />
- Tranquilo.<br />
- Está em casa mesmo?<br />
-Sim.<br />
- Acabei de chegar agora. Você pretende ficar em casa mesmo ou aceita um convite?<br />
- Acabou de chegar de onde?<br />
- Estava no autódromo vendo a corrida de Fórmula Truck.<br />
- Ah, é! Você me falou ontem.<br />
- Pois é, você não quis ir comigo. <em>Mas</em> vamos comer hoje uma pizza <em>&#8220;lilthe</em>&#8220;?<br />
- han?<br />
- De 1 a 10 quais as chances de sairmos hoje?!<br />
- 0.<br />
- Não gosta de sair aos domingos?<br />
- Estou doente.<br />
- hummm&#8230; Melhoras.<br />
- Obrigada.<br />
- Mas não é pegajoso, não, né?<br />
- É uma gripe forte. Eu não sou egoísta, se quiser, passo ela pra você.<br />
- Pode receber visitas?<br />
- Posso sim. Mas estou de mal humor, melhor não&#8230;<br />
- ok! Não vou ficar te pertubando. Quando você melhorar, será sua vez de me convidar, tá bom?<br />
- Hanram, pode deixar.</p>
<p> <img src='http://www.nubibella.com/wp-includes/images/smilies/icon_neutral.gif' alt=':|' class='wp-smiley' />  Haja, paciência&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poetando&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 18:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nubibella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia Tem Hora!]]></category>
		<category><![CDATA[gerânio]]></category>
		<category><![CDATA[marisa monte]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela que descobriu o mundo E sabe vê-lo do ângulo mais bonito Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes Sente e vive intensamente Aprende e continua aprendiz Ensina muito e reboca os maiores amigos Faz dança, cozinha, se balança na rede E adormece em frente à bela vista Despreocupa-se e pensa no essencial Dorme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Ela que descobriu o mundo<br />
E sabe vê-lo<br />
do ângulo mais bonito<br />
Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes<br />
Sente e vive intensamente<br />
Aprende e continua aprendiz<br />
Ensina muito e reboca os maiores amigos<br />
Faz dança, cozinha, se balança na rede<br />
E adormece em frente à bela vista<br />
Despreocupa-se<br />
e pensa no essencial<br />
Dorme e acorda<br />
Conhece a Índia e o Japão e a dança haitiana<br />
Fala inglês e canta em inglês<br />
Escreve diários, pinta lâmpadas, troca pneus<br />
E lava os cabelos com shampoos diferentes<br />
Faz amor e anda de bicicleta dentro de casa<br />
E corre quando quer<br />
Cozinha tudo, costura, já fez boneco de pano<br />
E brinco para a orelha, bolsa de couro, namora e é amiga<br />
Tem computador e rede, rede para dois<br />
Gosta de eletrodomésticos, toca piano e violão<br />
Procura o amor e quer ser mãe, tem lençóis e tem irmãs<br />
Vai ao teatro, mas prefere cinema<br />
Sabe espantar o tédio<br />
Cortar cabelo e nadar no mar<br />
Tédio não passa nem por perto, é infinita, sensível, linda<br />
Estou com saudades e penso tanto em você<br />
Despreocupa-se<br />
e pensa no essencial<br />
Dorme e acorda</p>
<p style="text-align: center;"><strong>MARISA MONTE &#8211; Gerânio</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma pitada de Clarice</title>
		<link>http://www.nubibella.com/2009/03/25/uma-pitada-de-clarice/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 18:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nubibella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia Tem Hora!]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
		<category><![CDATA[paixao]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Fico com medo. Mas o coração bate. O amor inexplicável faz o coração bater mais depressa. A garantia única é que eu nasci. Tu és uma forma de ser eu, e eu uma forma de te ser: Eis os limites de minha possibilidade.&#8221; -Lispector]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">&#8220;Fico com medo. Mas o coração bate.<br />
O amor inexplicável faz o coração<br />
bater mais depressa.<br />
A garantia única é que eu nasci.<br />
Tu és uma forma de ser eu,<br />
e eu uma forma de te ser:<br />
Eis os limites de minha possibilidade.&#8221;</p>
<p style="text-align: center;">-Lispector</p>
]]></content:encoded>
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		<title>- Lispector</title>
		<link>http://www.nubibella.com/2009/02/25/lispector/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 11:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nubibella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia Tem Hora!]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos. &#8220;</em></p>
<p><strong>Clarice Lispector</strong></p>
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