Quando estão amando (veja bem, eu disse A-MAN-DO mesmo) são extremamente fiéis. Compensando sua dedicação, é dotada de um alheamento e falta de emoção em relação às pessoas, que é de se apostar todas as suas fichas como ela não está tão afim de você. Mas ela está. Basta deixar que ela se envolva com sua deliciosa lista de 6 bilhões de assuntos que ela precisa pesquisar e descobrir. Bem como seus outros 6 bilhões de amigos (um em cada canto do universo). O maior erro que você poderia cometer na sua vida seria amarrar os pés das discípulas do vento, ao pé de uma cama.
Acostume-se. Passe a encarar com naturalidade o fato de que ela pratica capoeira, lê livros em cima da árvore (não embaixo), e decide passar as férias trabalhando como voluntária da Cruz Vermelha. Lembra quando você a viu na TV amarrada na árvore que iam derrubar? Pois então. Ela é a única por onde passa a idéia de perseguir uma estrela cadente, enquanto todos os outros estão concentrados em realizar pedidos.
Insistem e precisam ser livres. No entanto, a pessoa que a aceita, bem como seus valores e termos, terá sua profunda admiração e devotamento. Ela sabe que não é fácil.
Devo dizer que paixão realmente não é o forte delas. E quando isso ocorre elas escolheram o alvo a dedo. Mas no fim da história, ela sofre de um medo secreto de se apaixonar demasiadamente por alguém e acabar negligenciando o mundo e todas as outras pessoas que ‘precisam’ dela, e vice-versa.
Seu temperamento, bem como o amor que dedica, é definidamente impessoal. Ama mais a humaninade do que o ser humano. Então elas não demonstram o que estão sentindo muito facilmente. As palavras com as quais elas expressam o seu amor são frustrantemente limitadas. Ela pode ser como um flamingo posudo e elegante nas mais diversas situações, mas em matéria de amor ela se transforma num ogro estabanado.
É dificil, eu sei. Mas se você está apaixonado por uma mulher dessas há de reconhecer: nunca você acreditou tanto em mágica como acredita agora! É nítido como elas realmente se destacam, não pelo brilho, pelo sucesso ou pelo apelo irresistível das mulheres ‘comuns’. Essas mulheres são a cereja do bolo e, simplesmente porque elas não fazem parte daquele lugar, e ponto!
Ela é internacional, onde quer que ela esteja.
Não é ótimo? Você pode ter um produto importado, que prevê o futuro, sabe de tudo que está acontecendo e que ainda te ama nos dias em que você se sente menos amado. Tudo isso pelo preço de você não ser tão conservador e reservar sempre uma boa mente aberta.
Eu queria. Você não?
Vi esse texto hoje, perambulando pelas redes sociais e sinceramente: achei incrível! Se intitula “Mulher de Aquário”, e me descreveu tão bem que quase foi uma autobiografia! hehehehe
Fiel, amável, simpática, doce e preocupada em salvar o mundo, nem que este mundo, seja o de uma pessoa! Me chamou a atenção também o fato do ‘desinteresse’ em relação ao outro! kkkkk Porque realmente é assim! Mas me dêem uma obrigação que me leve a usar a curiosidade ou me envolvam com sua vida ou me levem ao seu mundo, que vão alcançar algo bem profundo, quase que o inatingível, e deve ser por isso que poucos possuem o MUITO de mim!
Já cansei de ouvir um adjetivo que me incomodou por um bom tempo: ‘você é diferente.”

Me olhava no ‘espelho’ e achava que as pessoas me enxergava com 4 olhos, ou 2 narizes, ou alguém com uma deficiência rara. Não gostava de ser diferente. Até que realmente comecei a me observar, e ver que realmente eu tinha dotes especiais, e uma sensibilidade exagerada que muitos não tinham. Por exemplo, alguém que eu nunca havia visto era capaz de contar sua vida inteira pra mim, em apenas 5 minutos de conversa, ou outras se ‘encantavam’ por mim, com muita facilidade, o que também me irritava. Por que confundir simpatia com ‘facilidades’? Então, meio que aprendi a levar e ‘aproveitar’ dessas qualidades trazendo e filtrando o que de fato era bom pra minha vida. Ajudando a salvar tudo, do meu jeito e da minha forma: organizando uma vaquinha de R$ 1,00, numa empresa que tinha apenas em meu bloco umas 700 pessoas, simplesmente pra ajudar a ‘tia’ da limpeza pois a tinha visto chorar escondido de fome na hora do almoço, porque em sua casa já tinha 3 semanas que não tinha gás. E sim, teve sucesso essa ação! Compramos o gás de cozinha, compras para o mês e etc, ou às vezes, SER simplesmente ouvido, colo, ENXUGAR lágrimas ou CHORAR junto, IR ao encontro, SENDO verbo imperativo sempre e sempre! Sendo chata quase o tempo todo, por quem gosta de alguém que fala a verdade, e é sincero e fala tudo que pensa quase o tempo inteiro? rs*
É, esta sou eu! E, me pego a pensar se toda mulher de “aquários” realmente é assim? Será?! Não acredito em signos, mas em Deus e, este me dotou de características bem bacanas! ADORO!
Pense.
Pense.
Pense.
Acho possível.
Você perdeu muito peso, e todas as suas roupas não te servem mais.
Um armário inteiro, quase.
Dá pra ajustar? Sim, dá. Mas nunca fica igual ao que era.
Ah, pra quê se perder com isso?
Logo você que sempre optou por praticidade.
E eu ainda penso que você merece tudo novo e ajustado às suas novas medidas.
Tão fina!
Tão bela.
Tão menina, às vezes…
Se deixa levar por elas: as ilusões! Te cuide, viu?
Elas só te levarão para o mesmo e velho lugar conhecido: manta de gorduras insaturadas! Ganhar novamente pesos e pneuzinhos que só incomodam?
Foi tanto empenho que eu te aconselho a deixar os pesos para serem pegos apenas na academia!
Lute para manter-se à sua nova imagem.
Não foi fácil e você sabe bem disso.
Optemos pelo óbvio: algumas coisas não te servem mais e pronto!
Escolha o NOVO!
Porque do velho, você sabe: perda de tempo, paciência e valiosos sentimentos.
“Outra coisa é ser incapaz de tomar decisões e estar sempre procurando transferir a responsabilidade de nossos atos aos outros. Só poderemos confiar em alguém se, primeiro, formos capazes de confiar em nós mesmos.”
– Paulo Coelho
[...]
Que diferença faz?
E então começam a conversar.
Ela o deixa falar. Poucas frases. Ela pensa, e argumenta coisas que ao seu ver, eram tão óbvias…
Ela sempre soube que garantias eternas, ninguém tinha, e o lembrou dos momentos da vida de cada um, do respeito que ela sempre manteve pelo momento dele.
Ele a fitou por alguns segundos, a puxou para seu ombro, beijou seu olho. Com aquela atitude, disse muito mais do que qualquer recital de versos eruditos, deu a certeza de um ‘gostar muito de você’.
Ela até quis falar, mas ele a calou com um beijo longo.
Realmente, não tinha nada que ser falado, a não ser, sentido. Os dois tão sofridos e surrados pela vida, e tão encantados um pelo outro… E, sim, sabiam disso. Ela gostava dele e o admirava, pelo simples fato dele se preocupar com ela, de ser simples e em quase todo o tempo, sincero.
Ela impacientemente, tinha paciência pra esperar a hora certa, mas sabia que oportunamente exigiria sim, algo mais daquela relação, pois não tinha mais idade, saco, ou seja qualquer outra palavra, pra viver casinhos, pegações, aventurinhas sexuais e furtividades.
Então, eles se resolvem. Se dão bem. São, além de tudo amigos, e se convidam para viver o presente que a vida tem proporcionado à eles. Entendem que nada é por acaso. Levam a vida do melhor jeito e aprendem. E tentam passar o que sabem sobre ela.
São tudo o que precisam para o agora, e podem dar-se o melhor dos sentimentos, da presença, da atenção, carinho, tempo e pensamentos. Ela, mais que ele, sonha com os pés no chão e, almeja a liberdade, presa aos braços dele, e não queria jamais ser surpreendida novamente pelo acaso, com mesmices e pequenez, porque esses adjetivos não combinavam com aqueles que possuem asas.
E, naquela noite que os pegaram com tanta surpresa, ela o entregou um presente que havia comprado há alguns dias, andando no shopping, e que ela deixara no carro, e a acompanhava sobre tudo no coração, pra onde quer que ela fosse, entre idas e vindas do trabalho, faculdade, casa e etc… Ele experimentou, ela sorriu, e achou lindo. Ele gostou, o que era anormal pra alguém chato meio difícil de se presentear. Mas ela tinha certeza que havia acertado em cheio, pelo que conhecia dele. A cor, o modelo… enfim. Gostou dele ter gostado!
Ele a agradeceu não pelo presente em si, mas por tudo. E ela não pensa que faz demais, não pensa em retribuições, mas realmente gosta de ver quem ela sinceramente preza, feliz, e só pediu algo em troca, se é que essa expressão cabe no contexto, pediu por sinceridade.
Era possível SER?
E eu, escrevo na 3ª pessoa, porque quem está de fora sempre vê melhor!
Dia, posso pedir-te um favor? Passe num piscar de olhos, e traga a noite, com a lua e estrelas que inspirarão poemas e textos em tom maior?
Por favor?
Quero esquecer aquelas palavras finais.
Paciência, não me abandone.
Quando aconteceu eu não pensei muito, só senti um bolo horrível na minha garganta e quis fugir. Peguei a minha armadura que estava jogada la no fundo do baú, escondida e abandonada porque com você eu nunca precisei fingir sentimentos. Era tudo natural e verdadeiro demais. Só para mim. A armadura tá fraquinha, mas eu conserto sabe? Vou precisar dela. Você me conhece, não é? Eu vou sofrer, mas… Vou esconder isso de você e do resto do mundo. Esconder bem escondidinho. Eu vou deitar na minha cama e lembrar de você, mas sinto dizer que não consigo descrever o que vai passar aqui no meu peito. O que já está passando. E no momento eu só consigo pensar que deveria pedir desculpas por ter entrado na sua vida.
[Tati Bernardi]
Enxugue essas lágrimas, menina!
Isso não combina com você, é tempestade em copo de água! Sim. Talvez! Sim ou não! Que diferença faz?
Recupere-se, mesmo sem entender.
Uma das lições aprendidas é de que não se pode exigir dos outros aquilo além de sua capacidade.
“Menos expectativas, menos sofrimentos, menos cobranças, menos lágrimas”, lembra? Lição 01.
Vá atrás daquilo que seus olhos vêem e seu coração sente. Porque há mentira na verdade. Eu-femismo. Contradições. Sintaxe. Sinta-se. Sente-se e, tu senti’mente todos os sentimentos do mundo, verdade seja dita.
Pois transparência, se engana com película ultra fina. Acenda a luz de dentro, que verás.
Vá lá-vá, seu rosto!
Que a solidão está à porta e disse adeus, eu ouvi.
Há egoísmo na liberdade. Sê livre. Você é.
Luz, sorrisos, companhia, encantos, amor… você é tanto disso tudo. Uma Léo’nina sem signos, uma Nub’lente com os pés no chão, uma navegante de aquários cheio de peixes sem cardumes, solitários.
Não tenhas medo. O essencial está com você, e você sabe disso.
E por que sofres tanto?
Não! Por favor não chores!
Encoste sua cabeça aqui. O que queres? Café? Chocolates? Carinho? Ouvidos? Solidão?
Olhe bem nos meus olhos, e sinta-se segura.
Seja mais apego, e não desista.
Fogo e palha se consome rápido.
Calma.
Calm’aminha…
C’alma.
Isso… vem!
Ou vá, limpe esse rosto, passe um brilho nos lábios, solte os cabelos, veja/sinta o sol na pele, te deixando mais dourada que ouro. É disso que a vida vale. O ouro, a riqueza se encontra nisso: detalhes.
Irradie luz, pra dentro de si, e dissipe a escuridão dos outros. Não é assim?
Então…
Sorria.
Abra os braços para o mundo, o veja, tudo muda. Só não fique muda!
Espalhe suas riquezas inalcançáveis e não esqueça de regar aquela árvore: paciência!
Ela lhe renderá bons frutos!
Quero comer destes, no futuro com você.
Agora, vá mesmo!
Vá que tem muito o que fazer.
E tudo vai dar ao seu tempo, muito certo.
Acredite!
“Meus olhos brilham para ti
E os pés já sabem aonde ir
Ninguém precisa decidir
Verdade
Uma ilusão
Digo de coração
Verdade
Seu nome é mentira”
Oi pessoas!
Eu relutei internamente (sério!), pra escrever esse post. Digo-vos…
Há algum tempo, eu contei pra vocês aqui que tinha começado um tratamento super natural em um programa chamado “Coma e Emagreça”, que se resume à reeducação alimentar, aliada à acupuntura (auriculoterapia).
Fui indicada por uma amiga que também tinha perdido muito peso, e estava muito bem. Por que não tentar, não é mesmo? Já que sozinha, é muito difícil perder.
Logo de início ao tratamento, comecei com a atividade física, pois sabia que pra minha meta, que na época era perder aproximados 25 kg, era super importante. Afinal, 25 kg é um valor considerável! Ô, se é! E, algumas ‘coisinhas’ iriam cair obviamente.
Ajudei meu metabolismo, acelerando funcionalmente a carga aeróbica, aliada à musculação, sempre com ótimos profissionais me auxiliando nos treinos.
Na primeira semana, surpreendentemente perdi 4,5 kg. Uns 5 meses depois, estava com 13 kg a menos. E assim por diante, gradualmente, cada 100, 200 gr perdida semanalmente era celebrado, pois significava que eu estava respondendo significativamente ao tratamento.
Quando havia perdido aproximados 21 kg, o que já era muito e eu estava quaaaaaase lá, o metabolismo estagnou. Ficou preguiçoso. Não respondia mais à alimentação balanceada e nem às atividades físicas. Parei de emagrecer, não perdia nenhum grama sequer na balança. E isso se deu por quase um ano. E eu cheguei a falar pra nutricionista que eu iria parar com o tratamento já que não estava mais surtindo efeito, e ela pacientemente, insistiu que eu não desistisse. Não desisti, mas perder peso que era bom, nada!
Quem me conhece, sabe que eu sou uma pessoa obstinada e determinada. Quando quero algo, eu quero, e pronto. Vou até o fim do mundo, mas consigo. Isso é fato. E minha meta deveria ser alcançada! Resolvi então, ajudar meu corpo sedutor a acelerar o metabolismo de uma outra forma que foi válida e deu muito certo! Fui ao médico. Expliquei a situação, e ele passou uma medicação que auxiliou o aceleramento do bendito metabolismo! E foi divino, de Deus e todos os adjetivos que eu puder dar à medicação, darei! Porque ele foi e é uma benção! Masssssssssssssssss… prestenção colegaaaa! Continuei com a nutricionista e auriculoterapia. E, nem adianta querer saber o que eu tomei, porque por razões óbvias, e por não ser nenhuma profissional da saúde, não poderei mencionar e nem receitar nada. Okey?
Resumindo a ópera, quase 3 anos depois do início do tratamento, foram-se embora 37 kg. Yeah! TRINTA E SETE!!
37 kg em 3 anos. E, não foi da noite para o dia, mas comendo de 3 em 3 horas, porque meu celular desperta para me lembrar disso (sim, eu sou neurótica!), fazendo atividade física com o tempo que eu não tenho, mas faço ter, porque eu malho 1 hora por dia, TODOS os dias, parei com o álcool, enfim. Mudei os hábitos e, os mudei radicalmente.
E, não adianta mentir, eu confesso: não era feliz gordinha. Com todo o respeito a quem curte ser do jeito que é. E, esse texto não é nenhuma apologia ao emagrecimento, e deixo claro que também não tenho nenhum transtorno alimentar, tipo bulimia ou aneroxia. Mas sim, tinha compulsão à abrir a geladeira toda hora e comer muito não tendo fome, sofria de muita ansiedade que não acredito ter cura, mas pode e deve ser trabalhada, e eu faço isso diariamente de acordo com a loucura que é minha vida, rotina, principalmente quando se é mãe, trabalha MUITO integralmente, estuda à noite, etc.
Eu não era feliz gorda. Eu não era feliz, quando ía a uma loja e nada servia em mim. Não era feliz com a situação, e ponto final. E só tinha alguém que podia mudar isso: eu mesma! E, coloquei em prática minha força de vontade.
Foi fácil? Não mesmo!
Corria de festas de crianças, churrascos, aniversários, e tudo que se resumia à comes e bebes. Fiquei careta? Não! Hoje, já consigo sair mais tranquilamente, me divertir, e fazer tudo o que uma pessoa comum faz, tomando suco e, muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiita água, e evito os lights, e zeros da vida, porque retém muito líquido. #dica
Entrei há duas semanas na manutenção, e me sinto felicíssima, mesmo perdendo quase que um armário inteirinho de roupas. Algumas eu mandarei ajustar, outras, repassarei. Mas foi impagável experimentar uma calça semana passada e a numeração 38 ficar larga, e a 36 ficar perfeita!
Eu quase chorei na frente da vendedora! hahahaha
Sabe quando eu vesti uma calça 36? Antes de engravidar, na adolescência, e isso há uns 12 anos.
Obviamente, ultrapassei um pouco mais minha meta, mas nada fora do normal e eu prefiro ficar numa margem de peso em que eu me sinta segura, se ganhar alguma coisinha aqui e ali, posso voltar a perder com mais facilidade!
Gente, só quem já foi gordo, entende essas coisas…
Pelo momento, não posso mais perder peso! Agora, é trabalhar massa corporal, com foco na definição muscular. Endurecer algumas coisinhas, né? rs*
E vamos ao mais esperado… tchan, tchan, tchan!
Me sinto mal de verdade em reconhecer que eu era desse jeito nas fotos, e ainda bem que tenho provas disso! Porque quando eu conto que perdi 37 kg, ninguém acredita. Mas me sinto absurdamente feliz e orgulhosa, não só por estar MAGRA, mas por ter alcançado um dos meus objetivos! Considere 1,65 minha altura. Certo?
Tudo é possível, basta colocar em prática o querer! Chavão, mas é absolutamente certo.
(clique nas fotos para ampliar a imagem)
ANTES:
90 kg (exatamente!)
(sim, sou eu!) ¬¬
DEPOIS:
52 kg (foto tirada no último sábado 26/11/11).
Ok, ok… O resultado é fantástico! E eu vos garanto que AINDA não fiz nenhum método cirúrgico, mas não minto que QUERO peitos novos, e dar um ‘up’ na barriga! Até mesmo pela maternidade, que atua nessas duas áreas e nunca mais torna a mulher a mesma. Gostaria muito que pudesse fazer esses procedimentos esse ano ainda, mas não terei férias e os dias necessários pra recuperação, mas é uma meta para 2012!
Obs:
Ninguém é gordo porque quer. Eu acredito que há sempre um desencadeador emocional por trás disso, a hereditariedade, que TODA a minha família tem essa puta tendência, que aliada à preguiça e ao prazer de comer, torna o indivíduo num ser fora dos padrões saudáveis, e eu serei boazinha e considerarei apenas o lado ‘saúde’.
Mas convenhamos: comer é bom pra kct! Invejo os magros por natureza. Os invejo na academia. Confesso. Tem nada melhor que comer, não gente! Aliás… pensando bem, tem sim! rs*
Inté!
:*
Ela ‘desapareceu’ por um tempo. Quase dois meses. O tempo que ele precisava pra repensar o que realmente queria. Por quê? Por respeito, por ter vivido aquela situação, por saber que não era fácil, e porque ela se amava tanto que não queria ser ‘band-aid’ para nenhum coração partido, tapa-buracos, ou muito menos se ver apaixonada, e talvez o visse voltar para o passado. Recuar, foi saudável, e o mais sensato naquele momento. Não atendia as ligações, nem retornava mensagens, nem os recados. E, viveu aqueles dias sem pensar muito, sem pensar em nada. Sabe, vivendo normal, com suas rotinas diárias. Até que um dia se esbarraram, e ele quis tanto ir ao seu encontro, e, apesar da dúvida latente de que ele viria, o encontro se deu.
E estava lindo (mesmo usando pochete), com a barba por fazer. Lindo. Ela também. Lindos e sedentos, saciaram a suas sedes, no abraço, no beijo e, no amor.
Era tanta saudade e conversa pra atualizar que a impressão era de que se conheciam desde que nasceram… Ela sabia muito dele. Sim. Pelas expressões, pelo olhar, respiração, semblante… E viu que ele estava bem, superando aos poucos, e muito melhor do que naqueles outros meses.
Então… ao invés de ficar só observando por dentro da toca, ela colocou agora, a pontinha do nariz pra fora, e se deixou ser observada, até que ele a percebeu e a puxou pra fora daquele buraco.
- Você está menos arredia.
Ela ficou pensativa. Ele tinha razão. Ela se sentia absolutamente mais à vontade, até ouvir algo que a fez estremecer e se calar.
- Eu falo muito pouco de mim e você sabe. Mas… (ele bate com uma de suas mãos no peito, aquele lado do coração, sabe?), você representa muito pra mim, e é muito especial.
- O que represento pra você?
Ele pensou por alguns instantes.
- Um farol. E não me pergunte nada mais.
Nem precisava. Ela sabia o que significava um farol e qual a sua função. Não soube dizer se gostou daquele adjetivo, mas ao mesmo tempo ficou feliz. Porque independente daquilo que os impeliam um ao outro, era fundamental manter antes de tudo uma parceria, amizade, e ajudar estava no pacote. Ela tem feito o que pode, e o que está em seus limites, e sorri, sempre que pensa nele, as vezes alto, diz consigo: ‘ele tem me feito bem e feliz.’
Sorri novamente e aproveita o que está sentindo.
“…como dois rios que correm a unir-se, nossas inclinações particulares nos impeliram um para o outro.”
- Tem dó de mim?
“[...] Saudade do teu olhar carinhoso, teu abraço gostoso, de passear no teu céu. [...] e quando estou com você, estou nos braços da paz.”
Volta logo!
“Considero muito reconfortante a resistência do Augusteum, o fato de essa estrutura ter tido uma história tão atribulada e, mesmo assim, ter sempre conseguido se ajustar à loucura específica de cada época. Para mim, o Augusteum é como alguém que levou uma vida totalmente louca – alguém que talvez tenha começado como dona de casa, depois inesperadamente ficado viúva, em seguida virado dançarina para ganhar dinheiro, de alguma forma tenha se tornado a primeira dentista mulher do espaço sideral, e depois tentado a sorte na política – e que, mesmo assim, conseguiu manter intacta a consciência de si próprio durante cada reviravolta.
Olho para o Augusteum e penso que, no final das contas, talvez a minha vida na verdade não tenha sido tão caótica assim. É apenas este mundo que é caótico e nos traz mudanças que ninguém poderia ter previsto. O Augusteum me alerta para eu não me apegar a nenhuma idéia inútil sobre quem sou, o que represento, a quem pertenço ou que função eu poderia ter sido criada para executar. Sim, eu ontem posso ter sido um glorioso monumento a alguém – mas amanhã posso virar um depósito de fogos de artifício. Até mesmo na Cidade Eterna (Roma), diz o silencioso Augusteum, é preciso estar preparado para tumultuosas e intermináveis ondas de transformação.”
Li isso nesse fim de semana prolongado e, óbvio me vi nessa analogia. Desde quando nasci, minha vida está naturalmente em constantes mudanças. Primeira infância, idade escolar, puberdade, me vi adolescente e com um monte de interrogações mentais, doente, até que me descobri cristã, amando Jesus mais do que nunca, e o que Ele fez na minha vida, que foi um verdadeiro milagre. Me vi na fase de começar a flertar, 17/18 anos (sim, eu comecei a fazer isso um pouco tarde para o parâmetro atual), achei que tinha descoberto o homem da minha vida aos 19, um amigo de adolescência, muito erudito, músico, universitário, ou seja, para uma mocinha cheia de planos, ele era um partidão, o melhor dentre seus pretendentes, e ele quis me namorar, e apesar de querer muito, eu hesitei a pensar sobre isso alguns dias, até dizer sim. Namoramos sério, noivamos e nos casamos. Um ano e meio, talvez tenha durado todo esse processo, até o casório. Pouco tempo, mas eu o conhecia desde os 14 anos e, pensava que conhecia demais. Me casei com meu primeiro namorado e homem. E eu considerava isso muito importante, pois eram valores que eu prezava, e poderia levar pra eternidade.
Nossa filha veio um tempo depois sem planejarmos, mas preencheu nossos corações, o nosso lar, e a nossa sala com seus brinquedinhos sempre espalhados pelo tapete. Linda, feliz e sorridente. E eu agradecia tanto à Deus por viver àquela maneira, por ter uma ‘família’ linda, por ser tão fiel à ela, e tão cega para as coisas do ‘mundo’. Éramos o casal perfeito: não brigávamos, frequentávamos a casa dos amigos, tínhamos uma vida devocional e éramos exemplos pra muitos. Só que em algum momento, eu me perdi. Via e sentia isso. Vi que eu era tão meu marido, que eu nem sabia mais quem eu era, meus infinitos sonhos, minha profissão, minha identidade, eu. Cadê eu?
E o casamento, alguns anos depois não estava bem. Por mais que eu fingisse que estava, não, não estava. Ele havia mudado muito, não era mais aquele homem devoto à família, não ligava mais durante o dia pra saber se eu estava precisando de algo, ou se nossa pequena estava bem, e eu fui me tornando extremamente carente. Casada, só e carente. Casada, carente e solitária, e por várias vezes ouvi palavras tão duras, rudes e tão pobres que jamais ousaria repetí-las. Palavras tão doídas vindas de alguém que eu entreguei o meu ‘EU’.
Mas, quem eu era?
Sinceramente, eu não sabia até ouvir: ‘Não ligo pra você há algum tempo, não me importo com nosso casamento falido, e isso está muito nítido. Não quero mais essa vida. Não te amo mais e, eu preciso de um tempo.’
Tempo?
Era mais ou menos 2 horas da manhã, de uma madrugada de fevereiro.
Há alguns meses, já não dormia mais, nem conseguia, vivi meses de extrema ansiedade, e depressão. Sozinha. Noites e noites em claro, pensando, pensando e pensando. Perdida. Essa é a palavra. O que fazer diante da imagem que passávamos de casal perfeito? Como acabar com isso de um dia para o outro? E a nossa filha que tinha apenas 4 anos? E tudo o que ele pregava sobre filhos de pais separados? Sobre casais que divorciaram? E a Igreja? E os amigos? E nossas famílias? E as promessas que fizemos de ‘até que a morte nos separe’, e o compromisso de honrar? E todo peso religioso que eu ía carregar? O que eu ía fazer, porque eu não trabalhava, porque ele não permitia, pois segundo ele ‘quem cria os filhos são pais e mães presentes’? Mãe solteira, eu? D-I-V-O-R-C-I-A-D-A! Essa palavra pesava 200 toneladas na minha mente.
Achei que fosse pirar. Ele havia decidido ir embora. Já era definitivo. Mas não saía, e enrolou sua saída até quando pôde e, esperar esse fim de uma vez por todas, me adoecia mais a cada dia. Não dormia mais na mesma cama que ele. Não trocávamos bons dias, boas tardes ou boas noites. Nada. E ficamos assim durante uns meses, até tomar uma dose coragem e um resgate comovente de amor próprio preparei tudo na manhã do feriado de Tiradentes, arrumei cautelosamente todas as coisas dele, enquanto ele dormia, até que…
- O que você está fazendo?
- Te ajudando.
- Como assim?
- Você não decidiu sair de casa? Tem certeza disso? (eu ainda perguntei umas 5x, torcendo pra que numa dessas respostas, ele se arrependesse).
E, sim foram as 5 respostas às minhas 5 perguntas.
- Então, isso irá acontecer hoje. Respondi. Só dei um incentivo. Está tudo pronto e encaixotado, e se quiser, pode rever se esqueci de algo.
Sem falar nada, nem ele, nem eu, peguei a pequena filha e a poupei daquela cena. Fui pra casa da minha mãe, que morava perto, entreguei a cria pra ela e corri para o banheiro. Sentada no chão daquele lugar frio, eu tentava sufocar meu choro com uma toalha, e fiquei ali por algumas horas, infinitas horas, esperando que aquilo fosse um pesadelo e que eu acordaria a qualquer momento.
Mas não era.
Foi a dor mais doída que já havia sentido: o fim do amor que ainda era vivo em mim.
O fim de muitos sonhos, o fim de grandes expectativas, o fim de ver minha filha crescendo e convivendo ao lado dele, e se orgulhando de seu pai. Não era justo. Já que ele decidiu sozinho, sem me dar ao menos uma chance de rever o que possivelmente fiz de errado. Não era justo ter como recompensa um divórcio, depois de tantas e inúmeras dificuldades que passamos juntos, mas felizes. O que tinha acontecido de verdade, já que estávamos começando a alçar vôos maiores? E o silêncio sempre foi resposta. Era o fim. O meu? Não sabia, com sinceridade. Mas tinha certeza de que poderia morrer a qualquer momento. E, por várias vezes me vi no colo da minha mãe, chorando as duas. Eu, pela decepção, ela pela dor de ver uma filha sofrendo tanto. Mas graças a Deus pelos pais. Eles são tudo! E vi, o quanto eles se importavam comigo, me carregaram no colo. Me confortaram. Enxugaram tantas lágrimas insistentes. E me ajudaram muito com amor, a mim e à minha pequena.
Aos poucos, e com o passar dos dias, os amigos e conhecidos em comum, me dava notícias de que ele estaria se relacionando com outra pessoa durante o casamento, fato que se confirmou quando ele a assumiu sem dó e piedade, ou respeito, ou qualquer outra palavra que caiba aqui, já no mesmo mês que saiu de casa.
Foram 6 meses, dias e noites chorados. Até que um dia me levantei e disse a mim mesma: “Chega!”.
Procurei emprego, voltei a estudar e comecei com a terapia, que se arrastou por longos 3 anos. Os anos, e o dinheiro melhores investidos na minha vida. O meu psicólogo, abaixo de Deus, família e amigos irmãos, foi o grande responsável para a sacudida e guinada que se deram.
E, eu ainda o amei por dois anos. Chorava de quando em vez, invejava sua pseudo felicidade, e não achava justo o que ele tinha feito, da forma que fez, como fez. E eu tinha esperanças remotas de que um dia ele se arrependesse. Sim, tinha. Mas do amor, aprendi a respeitar a decisão do outro, aprendi que amar também era abrir mão e deixar que ele se fosse, para vê-lo feliz. Parece masoquismo, mas não é. Amor só faz bem, quando está bom para os dois. Quando o fiel da balança está desajustado, um lado pende mais que o outro. E dói, porque as cargas são desiguais e as medidas diferentes.
Quase 5 anos depois, ele me procurou pedindo perdão, dizendo que se pudesse voltar atrás, ele voltaria, que não sentia paz, que deveria ficar com quem realmente o amava… e um monte de ‘blá blá blá’ conhecido e bem comum de quem reconhece o peso e o valor do que perdeu. Perdeu mesmo e, pra sempre. Muita coisa havia mudado, eu muito mais.
E de verdade quero o melhor pra ele e sua família.
Hoje, sou outra. Por dentro e por fora. Tanto como SER, tanto sendo. Por fora, foram-se embora 34 kg. E, sim estou e me sinto linda! Agora, mais lindo ainda é a mudança interior. Cresci, amadureci, aprendi tanto sobre mim, reconheci minha força como ser humana, tenho sonhos, corro muito pra alcançá-los, sei o que quero, vou atrás e, consigo sempre. Sou forte, e MUITO sensível, apesar de parecer como primeira impressão a mulher mais inalcançável e inatingível do mundo, termino com excelência o que começo, seja o que for. E Deus me transformou em uma grande mulher, Ele que sempre foi e é presente na minha vida. Nada é por acaso. E só conseguimos entender depois que passa. Tudo é lição e aprendizado. Leva-se um tempo. Passou pra mim, e né por nada não, sofri pra caraaaalho! E, um dia acordei pela manhã procurando pelo amor e mágoa dentro do meu coração, e eles tinham ido embora. Eu havia alcançado o perdão! O que me deixou absurdamente feliz! Eu o perdoei. Sinceramente, perdoei. Me perdoei da culpa. Jamais serei perfeita, mas faço tudo o que posso, com o tempo que eu tenho pela minha filha e, sou muito grata a Deus porque ele virou meu ex-marido, mas continou sendo pai e deu à nossa filha um irmãozinho lindo, que ela ama tanto!
Não sei quais os planos de Deus para meu futuro. Sei dos meus, mas é Dele que vem a certeza, e a batida do martelo.
Não sou perfeita, enfatizo, e só por isso, sinto o amor, graça e perdão sendo derramados todos os dias sobre mim e os meus.
Quero alcançar o céu, não como em Babel, pra ser tão grande quanto Deus, quero alcançar o céu, no sentido de que ele seja o meu limite, e que todas as coisas estejam sob Seu controle. Quem poderá me impedir?
Um dia bem à flor da dor, me disseram que eu ajudaria a muitos com a experiência que tive. Juro que me emputeci ao ouvir aquilo, porque PQP, eu não queria era estar passando por aquela situação. Contudo, não sei se já ajudei, mas sou boa ouvinte, e uma sobrevivente de casamento e sonhos frustrados. Tudo é suportável, e possível para nos moldar, mesmo a traição quando se é muito fiel, mesmo a solidão de Natais e Anos Novos passados sozinha. Tudo passa e o tempo ainda é o melhor remédio. Um dia se ama de novo, e de novo, e de novo… até que encontramos alguém com poderes de super heróis, capazes de transformar um dia cinza ou uma noite de muito estresse, em momentos fabulosos. Eles sempre chegam na hora certa!
Há amor.
Há vida após a separação, divórcio, seja o que for.
Dá pra continuar sendo pai/mãe, mesmo vivendo em casas separadas.
Tudo se ajusta.
E, como eu sempre [orgulhosamente] digo, NADA MELHOR QUE UM RECOMEÇO! E como Liz, citou no fragmento do livro Comer, Rezar e Amar: é preciso estar preparado para tumultuosas e intermináveis ondas de transformação!
Estejamos sempre prontos!
O por quê do título?
A flor de Lótus nasce na lama e só se abre quando atinge a superfície, onde só então mostra suas luminosas e imaculadas pétalas, que são autolimpantes, isto é, têm a propriedade de repelir microorganismos e poeiras. É também a única planta que regula seu calor interno, mantendo-o por volta de 35º, a mesma temperatura do corpo humano. O botão da flor tem a forma de um coração, e suas pétalas não caem quando a flor morre, apenas secam. Assim, para os Chineses, o passado, o presente e o futuro estão simbolizados, respectivamente, pela flor seca, pela flor aberta e pela semente que irá germinar.

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Dec.22,2011






